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Vida de Desempregada

Um blogue de lifestyle para todos os orçamentos!

Fomos conhecer o Doc Cod

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Fotos: Graziela Costa

 

O  que combina melhor com feriado? Almoçar fora, claro. Assim, eu e a minha amiga Paula, a convite da Zomato fomos conhecer o Doc Cod, um restaurante situado na zona das Docas, em Lisboa.

 

Confesso que, desde miúda que tinha a ideia que as Docas eram só para "betos" e "tios", mas na verdade até é um local bem agradável para passear, por isso quando surgiu este convite foi a oportunidade perfeita para fazer o tira teimas.

 

O Doc Cod abriu em setembro, mas já se encontra totalmente integrado no ambiente e só podia, pois o espaço é super bonito. A decoração também foi bem pensada e faz-nos sentir bem. Apesar da sala ser linda, o tempo estava tão agradável que decidimos almoçar na esplanada e agora vou escrever-vos sobre os pratos que provámos.

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Começámos por provar um couvert composto por paté de atum, azeitonas, manteiga e pão. Todos bem saborosos e que vieram mesmo a calhar pois já chegámos perto das 14h e estávamos cheias de fome.Doc_Cod_Restaurante_Docas_Lisboa-002060.jpg

Passámos então às entradas: suculentas, estaladiças e com a quantidade de sal ideal, as Trouxas de queijo de cabra e mel são uma daquela entradas que não podem dispensar.Doc_Cod_Restaurante_Docas_Lisboa-002063.jpg

Os Cogumelos salteados com presunto são uma mistura forte e devem ser acompanhados com um bom vinho. Gostei, mas as trouxas foram mesmo a minha entrada favorita.

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Para prato principal escolhi Secretos de porco preto com arroz e feijão preto e estes estavam mesmo no ponto. Para além disso, gostei da apresentação e do facto de serem acompanhados por esparregado. Só tenho pena que em vez de ser arroz com feijão os acompanhamentos fossem separados.Doc_Cod_Restaurante_Docas_Lisboa-002069.jpg

O Polvo à lagareiro não provei porque não gosto de polvo, mas segundo a Paula, era "carnudo", suculento, estava bem temperado e as batatas a murro eram fantásticas.Doc_Cod_Restaurante_Docas_Lisboa-002075.jpgPor último, as sobremesas: uma Mousse de chocolate com praliné, que estava super cremosa e cujos bocadinhos de praliné lhe conferiam uma textura ainda mais especial e um Petit gateau bem quentinho como manda a tradição.

 

Em jeito de balanço, posso dizer-vos que adorei o espaço, a comida era bastante saborosa, o staff era impecável e a vista é incrível. Os preços estão na média face aos espaços ao lado, ou não fossem as Docas, ainda assim vale a pena visitar e experimentar. Até porque dias não são dias!Doc_Cod_Restaurante_Docas_Lisboa-002079.jpg

Petit gateauDoc_Cod_Restaurante_Docas_Lisboa-002082.jpg

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O espaço moderno e requintadoDoc_Cod_Restaurante_Docas_Lisboa-002085.jpg

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A vista para as docasDoc_Cod_Restaurante_Docas_Lisboa-002099.jpg

Graziela

Ser turista na minha cidade - Parte 44: Museu Nacional da Música

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Fotos: Graziela Costa

 

Sempre ouvi dizer que debaixo do metropolitano de Lisboa existem grandes "tesouros" e é verdade, pois na estação do Alto dos Moinhos temos um: o Museu Nacional da Música. Um local onde podem conhecer diversos instrumentos musicais, e dos sopros, às cordas passando pelo piano podem encontrar aqui autênticas obras de arte. Eu estive lá um dia destes e fiquei encantada, por isso partilho convosco algumas fotografias da minha visita.

 

Se também quiserem visitar este museu podem fazê-lo de segunda a sábado das 10h às 18h. A entrada custa 3€, mas se forem no primeiro domingo do mês ou apresentarem a declaração do centro de emprego é grátis.

 

PS: Para verem outros "Ser Turista Na Minha Cidade" entrem aqui
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Graziela

Ser turista na minha cidade - Parte 43: Museu Nacional do Azulejo

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Fotos: Graziela Costa

 

O Museu Nacional do Azulejo era um daqueles museus que toda a gente me dizia para visitar, mas que até à data ainda não tinha calhado. Aliás, tentei lá ir em maio, mas estava fechado, por isso prometi a mim mesma que voltaria mais tarde e voltei.

 

Situado na zona de Xabregas, o Museu Nacional do Azulejo alberga uma grande coleção de azulejos e objetos em cerâmica. Para além disso, tem uma capela linda, que de certeza vão adorar.

 

Difícil difícil é mesmo tirar fotografias, pois todo o museu está "um bocado às escuras", mas é normal pois temos de proteger as obras de arte. De qualquer forma, vale mesmo a pena uma visita e se não acreditam vejam as fotos abaixo. ;)

 

PS: Para verem outros "Ser Turista Na Minha Cidade" entrem aqui

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Graziela

Ser turista na minha cidade - Parte 42: Tapada das Necessidades

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Fotos: Graziela Costa

 

Aposto que já tinham saudades de um "Ser turista na minha cidade" e este é especial, pois é um local que eu estava doida para visitar: a Tapada das Necessidades. Um jardim junto ao Palácio das Necessidades, em Lisboa que costuma ser "palco" de eventos como o Outjazz.

 

Perfeito para passear, este jardim tem um vista incrível para a Ponte 25 de Abril, tem espaço para poderem passear os vossos cães e é um local super romântico, por isso têm mesmo de passar por lá.

 

A entrada é gratuita, sendo que podem visitar a Tapada das Necessidades de:

Abril a setembro: de segunda a sexta-feira das 08h00 às 19h00; sábados, domingos e feriados das 10h00 às 19h00

Outubro a março: de segunda a sexta-feira das 08h00 às 18h00; sábados, domingos e feriados das 10h00 às 18h00

 

PS: Para verem outros "Ser Turista Na Minha Cidade" entrem aqui

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Graziela

Onde vamos jantar esta noite? Picanha

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Fotos: Graziela Costa

 

Uma das coisas que mais gosto de fazer é jantar/almoçar na companhia de amigas e desta vez, a convite da Zomato fui experimentar o Picanha. Um restaurante de comida brasileira junto ao Museu de Arte Antiga, em Lisboa.

 

Tinha visto algumas fotografias na Internet e quando marquei pedi um lugar perto de uma janela porque era melhor para as fotografias e não é que eles cumpriram, pois quando lá chegámos reparámos tínhamos mesmo a mesa com mais luz da sala.

 

A decoração é simples, mas combina bem com o espaço, que tem algumas paredes com azulejos muito antigos.

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Em relação à comida, começámos a a nossa refeição com um couvert composto por queijo de ovelha amanteigado, doce de abóbora, azeite e pão quentinho. Aperitivos que nos souberam super bem!Picanha_Restaurante_Graziela_Costa-001323.jpg

Depois provámos os "Miminhos", cogumelos recheados com queijo e ervas aromáticas e à parte alguns molhos para acompanhar. Uma entrada agradável que ajudou a preparar-nos para o prato principal.Picanha_Restaurante_Graziela_Costa-001325.jpg

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Estando no Picanha obviamente escolhemos dois pratos de carne, sendo que eu escolhi o Bife com molho da casa, que é acompanhado por batatas fritas e salada. Já a Paula, escolheu a Picanha à Antiga, que traz como acompanhamentos: arroz, feijão preto, batata a murro com queijo e salada.

 

Como amigas que somos, claro que provámos um bocadinho de todos os pratos, até porque eles nos facilitaram a tarefa servindo tudo em pratos/taças diferentes.

 

Destaco então: a picanha fininha, mas bastante suculenta, as batatas fritas estaladiças, a batata a murro com queijo a derreter e claro, o meu bife com um molho parecido ao cervejeira.


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Para finalizar, escolhemos duas sobremesas diferentes: Apple Crumble do Bruce e Bolo de Chocolate da Sofia, duas belas escolhas, pois ambas estavam super saborosas e doces na medida certa.

 

Depois desta experiência tenho a certeza que vou voltar, até porque o staff era super simpático (digo isto pela forma como nos trataram e pela forma como vi tratar todos os clientes) e a comida é deliciosa!

 

Conclusão: está aprovado!
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Graziela

Endógenos em Penela

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Fotos: Graziela Costa

 

Lembram-se do meu post sobre a minha visita a Penela? Bem, finalmente revelo-vos o motivo: fui a um jantar do projeto Endógenos (projeto de promoção em enogastronomia e valorização dos produtos autóctones portugueses). Projeto que já não é desconhecido para quem segue o blogue, pois em março do ano passado fui ao jantar que eles dedicaram ao Carolo.

 

Desta vez, o Endógenos centrou-se nos produtos da zona de Penela nomeadamente: vinho, azeite, uva, grão-de-bico preto, figos, entre outros. Criando assim, um menu com diversos pratos que vai estar disponível no restaurante D.Sesnando até ao final do mês de outubro. O menu tem um valor de 30€ por pessoa e inclui bebidas. Vamos agora descobri-lo.

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restaurante D.Sesnando é um espaço moderno e tem à disposição dos seus clientes mais de 300 vinhos.Endogenos_Penela_DSesnando-0586.jpg

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O chef António Alexandre.Endogenos_Penela_DSesnando-0507.jpg

Começámos o nosso jantar na esplanada do restaurante provando algumas bebidas da região como é o caso do gin "Originall", dos vinhos "Prior Lucas" e da cerveja artesanal "Bordallo". Eu gostei especialmente do gin, pois não era muito ácido.Endogenos_Penela_DSesnando-0515.jpg

A acompanhar tivemos: nozes, figo passa (são ótimos), mel, azeite de Sicó aromatizado sobre broa da "sogra", Queijo Rabaçal em azeite (é demasiado forte para mim, mas foi apreciado pela maioria dos presentes) e ovos da merenda (espécie de ovos mexidos com chouriça).Endogenos_Penela_DSesnando-0521.jpg

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Seguiu-se "do campo para a vinha": fígados de aves, lardo, azeite extra virgem, agrião, uva fernão pires, jeropiga, nozes e queijo rabaçal curado. A apresentação do prato estava bastante agradável, mas confesso que foi o que menos gostei, pois odeio fígados. Logo, não posso dizer-vos se estava bom ou mau.Endogenos_Penela_DSesnando-0599.jpg

Depois tivemos grão-de-bico preto em couve coração de boi, bacalhau, dobradinha de sames e piso de azeitona de Sicó. Sem dúvida o meu prato favorito deste jantar, pois adoro grão e nunca tinha experimentado esta versão. Para além disso, o bacalhau estava mesmo no ponto. Tão bom que era capaz de repetir!Endogenos_Penela_DSesnando-0607.jpg

O prato de carne foi: cabrito, caldeirada, chicharros, nabada e centeio e posso dizer-vos que o cabrito estava bastante tenrinho e todos os ingredientes funcionavam numa bela combinação. Aprovado!Endogenos_Penela_DSesnando-0614.jpg

Por último, "são bagos, são grão": uma sobremesa de grão-de-bico preto, abóbora, mel, uva, chocolate e jeropiga para acompanhar. Um autêntico manjar!

De notar que, ao longo deste jantar todos os pratos foram harmonizados com um vinho diferente: um branco da "Casa de Alfafar", um branco "Borracho" e um tinto "Encosta da Criveira. 

 

Em suma: se estiverem perto de Penela experimentei este menu, pois é uma bela forma de descobrir os sabores daquela região.

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A Marisa do Sweet My Kitchen e eu 

Graziela

Ser turista na minha cidade - Parte 41: Museu Nacional de Arte Antiga

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Fotos: Graziela Costa

 

Começo a semana ainda a pensar no fim de semana, por isso partilho convosco um local que adoro visitar sempre que posso: o Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa. Um espaço onde podem encontrar algumas das mais belas telas europeias, mas acima de tudo um local onde podem relaxar. Claro que, eu sou suspeita quando o digo isto porque ADORO museus, até porque lá consigo encontrar a paz de espírito que preciso e a inspiração para continuar a fotografar, a escrever, etc. No entanto, para quem não é fã de Arte vai achar uma seca e nesse sentido aconselho-vos a ir visitar o Museu Nacional de Arte Antiga no primeiro domingo do mês já que é grátis. Se não, basta apresentar o papel do centro de emprego e também têm entrada livre. 

 

Boas visitas!

 

PS: Para verem outros "Ser Turista Na Minha Cidade" entrem aqui

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Graziela

De visita ao Centro de Ciência do Café

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Fotos: Graziela Costa

 

Que tal começarmos o fim de semana com um bom café para termos energia para aproveitarmos estes dois dias livres? Pois é, há duas semanas atrás por ocasião da minha visita à Adega Mayor fui também visitar o Centro de Ciência do Café e é dele que vos falo neste post.

 

Criado pelo grupo Nabeiro, em Campo Maior, o Centro de Ciência do Café é um local onde podemos conhecer toda a história do café. Já que, desde as plantações, até à distribuição podemos ter contacto com todos os aspetos desta indústria que atualmente emprega milhares de pessoas em todo o mundo.

 

Ao visitar este Centro posso dizer-vos que gostei particularmente da forma interativa como foi organizada a exposição, pois tanto adultos como crianças podem interagir e descobrir coisas bastante interessantes sobre o mundo do café. No final até podemos provar um daqueles cafés fantásticos que os baristas do centro preparam especialmente para nós, por isso têm mesmo de visitar este local.

 

Os bilhetes custam entre 4 e 6€ e até existe um bilhete de família que custa 10€ (mais informações aqui).

 

Agora e para vos abrir o "apetite" deixo-vos algumas fotografias da minha visita ao Centro de Ciência do Café.

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A comitiva que nos recebeu vestidas com os trajes típicos dos países produtores de caféCampo_Maior_Originais-000898.jpg

Um dos baristas do Centro de Ciência do CaféCampo_Maior_Originais-000904.jpg

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Nhami!
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Uma proposta bem original
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O cafeeiroCampo_Maior_Originais-000939.jpg

Alguns dos bichinhos que atacam os cafeeirosCampo_Maior_Originais-000940.jpg

O núcleo expositivo que conta a história do café ao longo do tempoCampo_Maior_Originais-000952.jpg

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Aqui podem tirar uma fotografia num dos cafés mais emblemáticos do nosso paísCampo_Maior_Originais-000956.jpg

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O contrabando de café na altura da ditaduraCampo_Maior_Originais-000964.jpg

As sacas de caféCampo_Maior_Originais-000970.jpg

Os grãos de caféCampo_Maior_Originais-000972.jpg

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Algumas máquinas de caféCampo_Maior_Originais-000975.jpg

As chávenasCampo_Maior_Originais-000976.jpg

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O primeiro carro do grupo NabeiroCampo_Maior_Originais-000979.jpg

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Graziela

Ser turista na minha cidade - Parte 40: Fundação José Saramago

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Fotos: Graziela Costa

 

Depois de ter feito um "Ser Turista Na Minha Cidade" sobre a Casa dos Bicos, em Lisboa, uma leitora informou-me que mostrando o papel do centro de emprego também se poderia visitar de forma gratuita a Fundação José Saramago, organização que está dentro mesmo edifício. Assim, um destes dias aproveitei para ir conhecer melhor o trabalho do nosso Nobel da literatura, José Saramago

 

Ao longo dos quatro pisos que compõe este edifício, a Fundação Saramago tem uma exposição permanente dedicada à carreira do escritor português, uma loja, com espaço para exposições, um mini auditório onde podemos ver o documentário "José e Pilar" e uma biblioteca com obras deste e de outros autores. Por isso, se quiserem conhecer um poucos sobre a vida e obra deste escritor têm mesmo de visitar esta fundação.

 

Conheçam aqui os seus horários e acessibilidades.

 

PS: Para verem outros "Ser Turista Na Minha Cidade" entrem aqui

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Graziela

De visita à Adega Mayor

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Fotos: Graziela Costa

 

Desde pequena que adoro a época das vindimas e apesar da vinha dos meus bisavós ser pequenina, o feitor conseguia sempre fazer alguns litros de vinho. Para os adultos era um consolo, no entanto, o que me dava mais gozo naquela altura era mesmo roubar uns cachos de uvas. Por isso, quando a Adega Mayor me convidou para ir conhecer os mistérios do vinho fiquei bastante curiosa. Primeiro, porque o edifício da Adega é uma obra arquitetónica única (o projeto é do arquiteto Álvaro Siza Vieira) e depois porque é incrível como em 10 anos este projeto já uma referência no mercado dos vinhos nacionais. Assim, com o objetivo de conhecer melhor este projeto, eu e mais algumas bloggers rumámos a Campo Maior para um fim de semana bem divertido. 

 

Na herdade o dia começa bem cedo e apesar da vindima em si já ter sido feita (este ano esteve muito calor e como a vindima é feita à mão teve de ser feita mais cedo), ainda conseguimos ver alguns cachos nas vinhas. Depois de vistos aqueles campos espetaculares fomos então para a adega e lá vimos o processo de separação das uvas (eles têm diversas castas na herdade), o local onde é feito o armazenamento do vinho, o laboratório onde são realizados os controlos de qualidade e no final ainda fizemos uma prova de vinhos onde pudemos provar os diversos produtos desenvolvidos pela Adega Mayor

 

Caiado, Monte Mayor, Solista, Reserva do Comendador e o Pai Chão foram algumas das gamas que provámos nesta prova, que nos levou a descobrir novos aromas através do cheiro e do paladar, algo que nunca tinha feito, mas que achei deveras interessante.

 

Mesmo ao pé da Adega Mayor encontra-se o Centro de Ciência do Café e nós também tivemos oportunidade de o visitar, mas dele falarei noutro post.

 

Para quem quiser visitar a Adega Mayor, pode fazê-lo de segunda a sábado através de marcação (para mais informações consultem este site).

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As vinhasCampo_Maior_Originais-001192.jpg

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A separação da uvaCampo_Maior_Originais-001008.jpg

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As pipasCampo_Maior_Originais-001018.jpg

As garrafas mais antigasCampo_Maior_Originais-001021.jpg

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Campo_Maior_Originais-001045.jpgOs primeiros produtos desenvolvidos pela Adega Mayor

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O laboratórioCampo_Maior_Originais-001066.jpg

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As uvasCampo_Maior_Originais-001072.jpg

O mostoCampo_Maior_Originais-001082.jpg

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O terraço da Adega é fantástico para apanhar banhos de sol e a vista é incrívelCampo_Maior_Originais-001110.jpg

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A prova de vinhosCampo_Maior_Originais-001155.jpg

As tapasCampo_Maior_Originais-001162.jpg

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Campo_Maior_Originais-001168.jpgO produto final

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