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Vida de Desempregada

Um blogue de lifestyle para todos os orçamentos!

Conhecer São Miguel (Açores) em 2 dias

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Fotos: Graziela Costa

 

Visitar uma ilha em dois dias é uma daquelas missões quase impossíveis, mas com um plano bem organizado é possível. Por isso, hoje partilho convosco algumas das coisas que pude visitar nos dois dias que estive em São Miguel (Açores). De notar, que toda a viagem foi organizada pela Terra Nostra, que me havia convidado a mim e a mais alguns bloggers para conhecer o "Programa Leite de Vacas Felizes".

 

Começando pela viagem: voámos pela Ryanair apenas com mala de mão, o que nos poupou bastante tempo e mal chegámos ao destino tínhamos o nosso transfer à espera (para quem for sozinho/com o namorado/grupo de amigos aconselho a alugar um carro desde o continente, nós fizemos isso quando fomos à Terceira). Conduzidos pelo senhor José e guiados pelo senhor Jorge a nossa viagem começava agora e prontamente nos dirigimos para Capelas, uma Vila da Costa Norte de São Miguel onde fomos almoçar. 

 

Curiosamente não fomos almoçar a nenhum restaurante, mas sim à casa da dona Fátima, proprietária de um antigo solar cheio de história e memórias que nos dão vontade de saber mais sobre aquela família. Ao que parece, este conceito de almoçar em "casas de família" está bastante na moda (pelo menos, foi o que me disseram alguns amigos que vivem nos Açores) e permitiu-nos experimentar as receitas mais tradicionais da ilha.

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Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9576.jpgUma casa cheia de história.

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Queijo fresco (o sabor e a consistência são completamente diferentes do queijo fabril) e umas espécie de torresmos.Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9557.jpg

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Morcela com ananás, feijão com chouriça da ilha, bacalhau à Brás foram algumas das iguarias servidas.Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9570.jpg

Ananás das estufas que a dona Fátima tem no quintal (mais caseiro era impossível).Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9572.jpg

Barriga de freira (comia já outra vez).Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9573.jpg

A dona Fátima que tão bem nos recebeu.Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9591.jpg

Depois estava de altura de vistar as Estufas de Ananases, em Ponta Delgada e eu estava eufórica, pois adoro este fruto e já sabia que ia dar fotos incríveis.

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Os Ananases passam por várias fazes de maturação/crescimento e nestas estufas tivemos a oportunidade de ver todos os estados deste fruto.Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9607.jpg

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Rainha dos AnanasesAcores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9620.jpg

No final, podem sempre ir à loja da estufa e comprar um ananás ou provar o licor deste fruto (eu provei e adorei).Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9623.jpg

A seguir vimos a Lagoa das Sete Cidades vista do Miradouro Vista do Rei. A mais conhecida paisagem de São Miguel, que parece mesmo saída de um filme.

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Incrível a beleza desta paisagemAcores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9647.jpg

Mesmo ao lado do Miradouro Vista do Rei temos o Monte Palace, um hotel abandonado que faz as delícias dos turistas. Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9667.jpg

Apesar do seu estado de degradação vale a pena subir até ao terraço, pois a vista é fantástica!Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9670.jpg

A estradas parecem não ter fim e estão sempre "decoradas" com belas hortênsias.Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9672.jpg

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Estas plantas são da família do Gengibre e são ótimas, mas só provem na companhia de alguém que as conheça bem.Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9696.jpg

A natureza em pormenor.Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9704.jpg

Lagoa das Empanadas.Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9705.jpg

Os Açores são conhecidos por terem as quatro estações do ano num dia, e claro tivemos um belo nevoeiro para dar mais atmosfera ao nosso passeio.Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9720.jpg

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É incrível como as crateras dos vulcões se transformaram em belas lagoas.
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Dormimos no Hotel Açores Atlântico, uma unidade hoteleira situada Avenida Marginal de Ponta Delgada.

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Infelizmente, o meu quarto não tinha vista para a marginal, mas ainda lá dei um pulinho para ver as vistas da zona.
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Pequeno almoço buffet onde escolhi maioritariamente produtos oriundos dos Açores (as outras coisas tenho o ano inteiro à disposição e como sabem adoro provar novos sabores e produtos).Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9741.jpg

O jantar foi no Restaurante Paladares da Quinta, em Lagoa. Um espaço moderno e com um aquário fantástico.

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Lapas de molho Afonso (provavelmente as melhores lapas que comi em toda a minha vida!).

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Chicharrinhos com com batata cozida e salada (já tinha saudades de comer peixe fresco assim).

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Queijada de Feijão de São Miguel (esta é ótima, mas se puderem provem também as queijadas de Vila Franca do Campo, pois são deliciosas).Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9761.jpg

Um aquário deslumbrante.Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9898.jpg

Até eu que tenho medo de pássaros fiquei encantada com este céu.Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9912.jpg

Campos de perder vista.
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Não podem ir a São Miguel sem verem vacas, aliás isso é pecado. No entanto, para as verem basta encostarem o carro na berma da estrada, pois o que não faltam é belos animais destes a pastar pela ilha. Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9962.jpg

Depois, vale a pena uma visita às Furnas, mas infelizmente apenas tivemos oportunidade ver o "cozido" já no prato. 

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O "cozido das Furnas" é bastante parecido com o tradicional "cozido à portuguesa", por isso aconselho-vos a beber algo que vos ajude a digerir este manjar, por exemplo um Kima de Maracujá e no final um chá Gorreana.Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9979.jpg

Por fim, visitámos o Parque Terra Nostra, um espaço cheio de plantas e árvores, onde só nos apetece sentar e desfrutar da vista. Para além disso, este parque tem diversos tanques de água termal, cuja água é bem quente, pois vem das Furnas. Aproveitem para dar um mergulho! ;)

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Tanque de água termal.

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Recantos mágicos.Acores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-0053.jpg

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A planta do gengibreAcores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-0064.jpg

O senhor José (motorista) e senhor Jorge (guia): os nossos companheiros de aventuras em São Miguel.

 

*Fotos tiradas com a Canon 5D MarkIII

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Fui só ali aos Açores conhecer o Programa Leite de Vacas Felizes

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Fotos: Graziela Costa e Terra Nostra

 

A minha história com o leite não começou muito bem, pois na transição do leite materno para o leite de vaca, a coisa não correu bem e até aos 22 anos só bebi leite numa ocasião. Um dia da criança em que estava tanto calor, que à falta de outra coisa para beber, lá bebi o pacotinho de leite com chocolate que nos tinha posto no saco.

 

A segunda vez, foi quando estava de Erasmus porque não tinha mais nada em casa e assim comecei a beber leite regularmente. Confesso que bebê-lo simples ainda me custa dependendo da marca, mas já fiz bastantes progressos. Por isso, quando a Terra Nostra me convidou para ir conhecer o Programa Leite de Vacas Felizes nem pensei duas vezes. Primeiro porque era a oportunidade de ver o ciclo do leite completo, algo que sempre me intrigou, pois cresci no campo, mas lá não havia muitas vacas (na Serra da Estrela é mais ovelhas) e segundo porque ia ver como se trabalha numa fábrica, o que eu já sabia que iria dar boas fotografias.

 

Nesse sentido, no inicio de setembro, eu e mais um grupo de bloggers rumámos a São Miguel, nos Açores, para conhecer tudo sobre este Programa Leite de Vacas Felizes. Uma ação que assenta em 5 pilares: 

 

Pastagem - Os Açores são o único local do globo que consegue garantir alimento fresco às suas vacas 365 dias por ano, por isso elas só comem o que de melhor vem da natureza.

Bem estar animal - As vaquinhas vivem em comunidade e ao ar livre, logo são mais felizes.

Qualidade e segurança alimentar - A recolha do leite é feita todos os dias, o que faz com que seja mais fácil manter a sua frescura e propriedades nutricionais.

Produção Sustentável - Este programa valoriza todos os recursos naturais dos Açores através de boas práticas ambientais e consumo de energia eficiente.

Eficiência - O Programa Leite de Vacas Felizes presta apoio técnico no sentido de ajudar cada exploração a ter melhor práticas. Para além disso, também paga mais 10 cêntimos por litro que o preço praticado geralmente, logo a economia local fica a ganhar.

 

Conhecidos os pontos chave deste programa estava na altura de os ver postos em prática e assim fomos visitar um dos produtores deste programa onde pudemos ver vacas bem felizes. Depois fomos conhecer a fábrica da Bel, onde são produzidos os produtos das marcas Terra Nostra, Limiano, entre outras. No final ainda tivemos tempo para um lanchinho onde provámos os produtos Terra Nostra que havíamos visto ser fabricados.

 

Conclusão: acho que agora já posso beber leite muito mais descansada, pois é certo que existem muitos procedimentos que têm de ser seguidos porque este já é um processo industrializado, mas pelo menos tenta-se que os animais sejam felizes e que toda a economia local seja parte integrante do processo, o que faz com que todos fiquem de alguma forma satisfeitos.

 

Agora, deixo-vos algumas fotos desta visita.

 

PS: Ainda esta semana irei partilhar convosco um mini roteiro desta aventura de 2 dias em São Miguel. ;)

 

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Os bezerros ficam na "maternidade" até terem idade para ir para o pasto com as outras vacasIMG_1899.JPG

A apresentação do Programa Leite de Vacas Felizes

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O nosso grupoAcores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9800.jpg

A modernas instalações da fábrica da BelAcores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9805.jpg

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Tudo super bem higienizado

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O sonho de qualquer fã de queijo da bolaAcores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9865.jpg

O embalamentoAcores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9868.jpg

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O leite pronto para ir para nossa casaAcores_Sao_Miguel_Graziela_Costa-9894.jpgO lanche dos campeões (com produtos dos Açores, claro!)

 

*Fotos tiradas com a Canon 5D MarkIII

Graziela

Fui aos Açores!

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Zona Balnear das Cinco Ribeiras

Fotos: Graziela Costa

 

Quando em dezembro de 2014, a minha melhor amiga, a Carolina (a par da Tatiana, não penses que me esqueço de ti) foi pedida em casamento foi grande festa! Ela ia ser a primeira do grupo a casar e eu estava em pulgas, mas até se decidir quanto à data e local do "casório" passaram meses e só lá para meados de maio é que eles me disseram que o casamento ia ser em outubro, nos Açores. 

 

Face esse cenário comecei logo a falar com a minha chefe sobre tirar uns dias para ir ao casamento, mas a confusão foi tanta que acabei por marcar apenas os meus dias de férias "normais", os quais usei para ir a Paris e a Amesterdão, a ida aos Açores ficaria para mais tarde.

 

Entretanto, quando voltei de férias comunicaram-me que não iam renovar o meu contrato e para além de ficar super triste por voltar a ficar desempregada fiquei a pensar "e agora como é que eu vou ao casamento, já que não tenho direito a subsídio de desemprego?". Andei ali um mês a pensar na minha vida, mas depois de a Carolina me convidar para madrinha e de pensar "pá, se fosse eu ela também ia lá estar!" esqueci o dinheiro e comprei a viagem para os Açores. Aliás, ia ser um dois em um, isto é, ia ao casamento e mesmo que ainda estivesse desempregada ia "curar" a depressão em grande estilo.

 

Mais tarde comecei a ir a entrevistas de emprego e naquela onde viria a ficar mencionei que tinha uma condicionante, tinha uma viagem para os Açores já marcada, mas felizmente eles não puseram entraves (vale sempre a pena sermos honestos em tudo o que fazemos) e no dia 30 de setembro embarquei com o meu namorado rumo à Terceira.

 

À minha espera estava o casal mais fofo de sempre (Luís e Carolina), a quem tenho de agradecer pois foram incansáveis ao mostrarem-nos tudo e mais alguma coisa!

 

Sobre a minha viagem à Terceira tenho a dizer que adorei revisitar e descobrir locais que ainda não conhecia, alugar um carro com o meu namorado e partir à aventura, experimentar comida nova e acima de tudo sentir-me livre!

 

É engraçado que quando era mais nova não ligava muito a viagens, mas agora cada vez gosto mais de conhecer novos locais, provar novos pratos e conhecer pessoas novas. Viajar é renascer e eu adorei esta experiência!

 

Agora, partilho convosco algumas das fotos que tirei durante a viagem e em breve partilho também um post com o "Casamento da minha melhor amiga", um dos eventos que me deu mais gozo fotografar até hoje e prometo que até mostro o meu outfit.

 

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Farol Ponta da SerretaTerceira_2015_Pequenas-17.JPG

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Algar do Carvão

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Visita ao Queijo Vaquinha para experimentar uma sandes e os novos iogurtesTerceira_2015_Pequenas-10.JPG

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Serreta

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Forte de São Sebastião e a vista para o Ilhéu das Cabras

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Porto de Angra do Heroísmo

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Angra do Heroísmo

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Praia da Vitória

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Base militar das Lajes

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Um dos muitos Impérios da ilha Terceira

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Viveiro da Falca

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Zona balnear das Quatro Ribeiras

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Abismo na zona balnear dos Biscoitos

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Serra de Santa Bárbara

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Monte BrasilTerceira_2015_Pequenas-135.JPG

Serra do Cume

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Graziela

Receitas rápidas: Pão de alho à italiana

Fotos: Graziela Costa 

 

Quando o meu namorado faz anos ou o avô dele nos convida para almoçar, vamos sempre a um restaurante italiano no Seixal. É um daqueles restaurantes pequeninos onde tudo é caseiro e a comida tem um sabor fantástico. Recentemente, recebi uns queijos e então, lembrei-me de "recriar" o pão de alho que costumamos comer lá. A receita foi feita segundo o meu paladar, pelo que provavelmente eles nem fazem assim no restaurante. 

 

Ingredientes

(para 2 pessoas)

 

2 fatias de pão saloio (de preferência um pão que quando for ao forno não se desfaça)

Queijo flamengo (usei Queijo Vaquinha)

Polpa de tomate (também podem usar tomate fresco ou seco)

1 dente de alho

Orégãos secos qb

Azeite (usei al Canet)

 

Preparação

1. Parta um dente de alho em dois e passe sobre as fatias de pão. Vá partindo e passando o alho sobre o pão, até que o alho esteja tão pequenino que já não consiga realizar essa acção.

2. Deite o alho desfeito sobre o pão e regue com um fio de azeite.

3. Deite a tomate sobre o pão.

4. Acrescente uma fatia de queijo sobre cada fatia de pão.

5. Polvilhe com orégãos.

6. Leve ao forno até o queijo gratinar.

7. Sirva quente.

 

 

 

Nesta receita, usei o Queijo Vaquinha, um queijo que conheci graças à Carolina, uma das minhas melhores amigas, pois em 2006, fui visitá-la aos Açores e ela fez questão de me apresentar o queijo mais antigo da sua ilha.

 

Ainda me lembro do dia em que fomos visitar a fábrica, pois estava muito vento e o Luís, meu amigo da faculdade, que também é dos Açores levou-nos num tour pela ilha e claro, uma das primeiras paragens foi mesmo para tomar o pequeno almoço na fábrica do Queijo Vaquinha.

 

Já agora, para os que não conhecem, o Queijo Vaquinha é oriundo da ilha Terceira e quem for visitar esta ilha, não pode deixar de fazer uma visita à fábrica e ver como se fabrica este queijo. 

 

Actualmente a marca Queijo Vaquinha fabrica cinco tipos de queijos: o Vaquinha Tradicional (em formato barra); o Vaquinha Ilha Terceira Pequeno (o que usei na receita); o Vaquinha Picante; o Vaquinha Ilha Terceira Grande (tipo ilha); e o Vaquinha Fresco do dia.

 

 

 

 

 

 

 

Para beber nesta refeição, recomendo-vos um Pé Posto Tinto 2009 Grande Reserva, um vinho da região do Douro, que costuma acompanhar pratos fortes, como a maioria dos pratos italianos.

Graziela

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