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Vida de Desempregada

Um blogue de lifestyle para todos os orçamentos!

Em review: Canon 6D e EF 16-35mm f2.8L

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Fotos: Graziela Costa

 

Há já há algum tempo que quero comprar uma máquina fotográfica nova, mas como preciso de uma máquina que funcione bem tanto em ações com muito movimento como para retratos, a escolha está a revelar-se difícil, tanto que tenho andando indecisa entre as diversas full frame disponíveis dentro da gama da Canon.

 

Se bem se lembram também há alguns meses atrás estive a testar a Canon 5D Mark III e na altura fiquei encantada. Assim, quando me deram a oportunidade de testar a Canon 6D já ia com expetativas bastante elevadas. No entanto, tinha de ter em conta que sendo um modelo bem mais barato que a 5D não poderia exigir o mesmo.

 

Ora a Canon 6D possui um sensor CMOS de 20,2 megapixeis, menor que o da 5D Mark III, mas maior do que o da máquina que possuo atualmente, logo já ficaria a ganhar. Tem 11 de pontos de focagem, apenas mais dois que a minha máquina atual, o que faz com que não sinta assim grande diferença, mas faz vídeo em Full HD (1080p), faz transferência de ficheiros e pode ser controlada através de Wi-Fi. Para além disso, é full frame e permite-me tirar muito mais partido das minha objetivas. Em relação ao ISO máximo das fotografias vai até aos 25600 (expansível até 102 400), mas confesso que a partir dos 3500 já comecei a sentir ruído, algo que não acontecia com a 5D Mark III. Ainda assim, não se porta muito mal (podem ver pelas fotos deste post).

 

Em relação as disparos faz 4.5 frames por segundo e em concertos faz bastante diferença, logo será mais indicada para casamentos, moda, arquitetura, etc.

 

Em jeito de balanço posso dizer-vos que gostei e para quem não tem dinheiro para comprar a Canon 5D Mark III ou Mark IV é sem dúvida uma boa alternativa.

 

Quanto à objetiva EF 16-35mm f2.8 L só tenho a dizer que é incrível! Permite-nos fazer composições super interessantes em contexto de fotografia de espetáculo, conferências, arquitetura e claro, casamentos, sim porque temos sempre de fazer a fotografia de grupo e sem uma objetiva com grande amplitude torna-se difícil. Para além disso, como tem uma abertura que vai até aos 2.8 conseguimos ter luz em qualquer situação, por isso é uma aquisição que quero fazer num futuro bem próximo.

 

Vejam aqui alguns exemplos de como esta objetiva faz toda a diferença:

Cidade Gráfica

Casa dos Gessos

ANIM

Golf Spot

 

 *Obrigada pela oportunidade Canon!

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Canon 6D

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Canon EF 16-35 mm f2.8L

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Graziela

Memórias fotográficas

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 Foto: Graziela Costa

 

Se há coisa que eu prezo são as minhas memórias fotográficas e mesmo já tendo quatro disco externos (eu sei que é um exagero, mas quando se trabalha em fotografia até é pouco) gosto sempre de imprimir as minhas fotografias. Primeiro porque se alguma coisa correr mal e já aconteceu um dos meus disco apagar-se, tenho sempre o suporte em papel e segundo porque às vezes gosto de as oferecer.

 

Recentemente, descobri uma app chamada Square Snaps que permite imprimir as nossas fotografias no formato Polaroid ou em quadrado estilo Instagram (variam ainda as dimensões e se queremos que sejam ímans). Depois é só escolher se queremos a moldura branca tradicional ou cores e padrões à escolha. Para experimentar esta app eu escolhi o formato Polaroid, papel tradicional (é mais rijo e brilhante que os cartões de empresa), mas depois decidi experimentar várias cores e o resultado final ficou bem giro. Agora só me falta arranjar um espaço na minha casa para fazer um mural ou uma corrente de fotografias (ideias não faltam no Pinterest).

 

Em relação aos preços, a opção mais barata começa nos 5 dólares, com o número mínimo de 24 fotografias impressas. No entanto, quase todas as semanas eles fazem promoções com oferta de mais fotografias pelo mesmo preço. Chato é termos de pagar 3,67 dólares pelos portes, mas se tiverem amigos a morar no Reino Unido podem sempre pedir para enviar para casa deles, eu costumo fazer assim.

Graziela

A máquina dos meus sonhos: Canon 5D Mark III

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Fotos: Graziela Costa

 

Se há dias em que senti sortuda, um deles foi quando a Canon Portugal me emprestou a Canon 5D Mark III para testar. Esta é a máquina fotográfica que eu sonho comprar desde que saiu, pois segundo os meus colegas fotógrafos potencializa ainda mais o nosso trabalho. Sim, porque um fotógrafo pode ter um grande olho, mas se o equipamento que possui não o acompanhar é mais difícil fazer grandes imagens.

 

Atualmente, eu tenho uma Canon 40D e uma Canon 1200D, duas câmaras que me permitem fazer trabalhos, mas dada a sua idade já têm algumas limitações, que eu vou conseguindo ultrapassar, mas que em última instância me têm despertado vontade de comprar uma máquina fotográfica nova. E confesso há mais de um ano que ando a juntar para isso. Assim, testar a 5D Mark III foi uma espécie de tira teimas.

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 Canon 5D Mark III 

 

Ora a Canon 5D Mark III é mais pesada e robusta que as máquinas que tenho atualmente e quando se é foto jornalista essa é uma das coisas que procuramos, depois é full frame, algo que a que eu não estava habituada, mas que é todo um mundo novo, pois permite-me fotografar uma área significativamente maior, já que todas as objetivas que possuo são para este sistema (investir em boas lentes mesmo que o vosso corpo (máquina) seja mais fraco é sempre uma mais valia, pois os resultados são melhores).Canon_5D_MarkIII-0011.jpg

Outro aspeto que adorei nesta máquina é o facto de ter 61 pontos de focagem, ou seja posso especificar muito mais o ponto onde quero focar a minha fotografia e isso em concertos, fotografia de casamento ou receitas faz toda a diferença. Depois há outras características que também fazem a diferença: aguenta sensibilidades mais altas (ISO até 102 400), fotografa 6 fotografamas por segundo, o que é brutal pois captas muitos mais momentos, etc.Canon_5D_MarkIII-0012.jpg

A verdade é que um sensor CMOS de 22,3 megapixels e um processador de imagem DIGIC 5+ fazem milagres, a sério. Tanto que, que se virem as reportagens que fiz com esta máquina vão poder ver as diferenças até a olho nu.

 

Exemplos:

Reportagem Vodafone Paredes de Coura

Viagem aos Açores

Abertura Pelcor

Receita

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Outra mais valia desta máquina é a função vídeo, pois ela filma em full HD numa resolução de 1080p e isto para casamentos, congressos e outros eventos é fantástico, pois ela é bem mais leve que o máquina de filmar normal. E confesso-vos mesmo usando só o som integrado esta dá 10 a 0 à maioria das máquinas de filmar com que trabalhei nos meus estágios. Por exemplo, quando estive nos Açores fiz alguns vídeos em que estava vento e mesmo assim ela abafa o ruído de forma bastante eficaz. 

 

*Em breve vou partilhar esses vídeos convosco.

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Por último falo-vos da objetiva que veio com a Canon 5D Mark III, a EF 24-70mm f/4L IS USM, uma objetiva zoom, robusta, mas mais leve do que a minha 24-70mm, já que a minha tem uma abertura 2.8, logo torna-se mais pesada devido à forma como é construída. 

 

Bem, devo dizer-vos que não usei muito esta objetiva porque a minha tem uma abertura maior e para os trabalhos que faço, isso dá-me mais jeito. No entanto, esta é melhor que a minha em alguns aspetos nomeadamente: o facto de ter estabilizador de imagem (é bom quando se faz vídeo), ter uma função lock, ou seja mesmo dentro da mochila não anda a abrir e a fechar e claro, como é mais nova a focagem é mais rápida.

 

O que eu não gostei nela foi o facto de o modo macro ter de ser ativado através de um botão semelhante ao do lock, algo que não a acontece na minha e que em alguns momentos, por exemplo quando estás a fotografar animais, pode prejudicar-nos.

 

Em suma: tanto a Canon 5D Mark III como a EF 24-70mm f/4L IS USM são bons equipamentos, mas sem dúvida que a ter de comprar comprava já a máquina, pois é um investimento que faria toda a diferença no meu trabalho.

 

Nota: entretanto, saiu também a Canon 5D Mark IV o que me baralhou um pouco as contas, por isso espero vir a testá-la em breve.

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EF 24-70mm f/4L IS USM

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 Em pormenor

Graziela

Ser turista na minha cidade - Parte 31: Lisboa ao largo

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Fotos: Graziela Costa

 

Hoje trago-vos um "Ser Turista Na Minha Cidade" diferente do habitual, pois desta vez mostro-vos Lisboa vista do Tejo. Aproveitando o facto de ter ido fazer uma sessão fotográfica num mini cruzeiro pelo rio tirei algumas fotos para vos mostrar o quão bonita é a "nossa" cidade vista do lado de lá. E como podem ver pelas fotos o tempo estava tão bom que só apetecia ficar ali a tomar "banhos" de sol até ao escurecer.

 

Já agora, sei que esta experiência não é para toda a gente, eu própria só tinha visto assim o Tejo quando andei de cacilheiro, mas entretanto descobri que a Odisseias costuma ter umas promoções para este tipo de passeios, por isso vale a pena espreitar.

 

Para verem outros posts da série "Ser Turista Na Minha Cidade" basta entrarem aqui.

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Graziela

Pela rota do xisto: Piódão

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Fotos: Graziela Costa

 

Com o fim de semana mesmo à porta partilho convosco algumas fotos de um passeio que fiz com os meus pais à aldeia do Piódão. Uma localidade relativamente perto da minha e que há muito queria visitar, mas que até agora ainda não tinha tido oportunidade.

 

Ora, esta aldeia fica no coração da Serra do Açor e basicamente é feita em Xisto, com excepção da Igreja Matriz. Nela podemos ver casinhas a amontoarem-se pelas colinas e a perderem-se na imensidão verde deste paraíso natural. Para além disso, podemos ver rebanhos a passearem-se pelas suas ruelas apertadas e com sorte ainda vemos algum artesão a fazer as tradicionais casinhas de xisto. Acima de tudo vale a pena a visita pelo sossego e paz que lá podemos atingir. No entanto, se estiverem a pensar visitar este local aconselho-vos a irem bem cedo, porque o caminho até lá é difícil (ainda que compensador) e assim podem aproveitar a paisagem sem estarem preocupados com o regressar antes de anoitecer.

 

PS: Se forem no verão aproveitem para dar um mergulho na Praia Fluvial (é lindo). Já na altura do Natal eles costumam fazer sempre um presépio fantástico, por isso têm mesmo de visitar o Piódão.

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Graziela

Polaroids que duram uma vida

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Fotos: Graziela Costa 

 

Adoro tirar fotografias e é uma das coisas que me dá mais prazer na vida. Amo aquela adrenalina de sentir o disparo da máquina e guardar um momento para sempre. Aliás, quando era pequena já achava piada a máquinas fotográficas e de tanto brincar com a Kodak da minha mãe acabei por estragá-la. Entretanto, os anos foram passando e eu tive algumas máquinas de plástico, mas nada de grande qualidade, nem que me permitissem fotografar com flash ou controlar fosse o que fosse. Para além disso, tinha aquele típico problema: não ter dinheiro para revelar os rolos, mas quando um dia fui à festa de anos de uma colega de escola, ela mostrou-me a Polaroid que havia recebido de presente e eu fiquei fascinada, pois era mesmo aquilo mesmo que eu precisava, não que aos dez anos tivesse grande noção disso eheheh, isto é, uma máquina que "revelasse" logo as fotografias e que tivesse flash para eu poder tirar fotos à noite. 

 

Nesse dia, quando regressei a casa não conseguia deixar de pensar naquela máquina. E claro tratei logo de "chagar" a cabeça aos meus pais para me oferecerem uma, até porque tinha reparado que eles tinham duas Polaroids à venda na sua loja. No entanto, não obtive uma resposta positiva, pois a máquina custava catorze contos. Ainda assim, eu sou de ideias fixas e durante oito anos pedi aquela máquina, sim porque uma vendeu-se, mas a outra ficou por lá.

 

No dia em que entrei para a faculdade aproveitei para "mandar o barro à parede" e pedir mais uma vez a máquina. Finalmente a resposta foi sim e se vissem a minha cara... acho que só fiquei mais feliz quando me disseram que ia ter um cão! Claro que, alguma coisa tinha de estragar a minha felicidade e meses depois a Polaroid anunciou o fim do fabrico das suas recargas. E agora o que é que eu ia fazer? Não era justo!

 

Bem, tal como a maioria dos proprietários destas máquinas comecei a procurar recargas em todas as lojas e ainda fui conseguindo algumas, mas atualmente só as encontro na internet ou compro as Impossible e dessas eu não gosto tanto até porque são mais caras e as cores não ficam iguais. Aliás, as cores das Fujifilm são muito melhores tanto que, agora fotografo muito mais com a minha Intax Mini 8, só que o formato não é mesmo e para certos projetos ainda continuo a preferir o quadrado da Polaroid. O que me levou a procurar alternativas digitais e recentemente descobri que a Sticky 9, uma plataforma da qual já vos falei aqui antes, que tem uma alternativa parecida, as Retro Prints. Um formato que me permite transformar fotografias digitais em perfeitas réplicas das tradicionais Polaroids e como podem ver pela fotografia abaixo, as diferenças mal se notam, aliás estas até têm uma vantagem: podem ser expostas ao sol, isto porque se tiverem uma Polaroid original num local que apanhe luz solar vão ver que ela vai perdendo a cor. Logo, para grandes males grandes remédios e agora, as minhas Polaroids vão durar uma vida!

 

Já agora, se quiserem ver o meu projeto em Polaroid, cujo mote são as bandas e músicos que eu admiro e que vou encontrando quando vou fotografar concertos e festivais podem faze-lo aqui.

 

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Graziela

Passatempo Fujifilm Instax Mini 8 / Vida de Desempregada

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Fotos: João Pontes e Graziela Costa

 

Como sou sabem sou doida pela minha Instax Mini 8 e uso-a em todos os momentos, ainda que muitas vezes não os partilhe com o mundo porque são mesmo memórias privadas. De qualquer forma, não há nada que me deixe mais em pulgas do que que captar um momento único (se não não tinha estudado fotografia), mas este sistema de esperar que a foto "apareça" ainda me dá mais gozo porque é mesmo uma surpresa e eu ADORO surpresas. Vocês também, não é verdade?

 

Confesso que deste que recebi a minha Instax, em 2014 que também queria muito oferecer-vos uma, para que vocês se divirtam com os vossos amigos e família. Assim, com a ajuda da Fujifilm Instax PT finalmente tenho esta Instax Mini 8 Preta (a que está na foto) para oferecer a um(a) leitor(a) do Vida de Desempregada.

 

Para se habilitarem a este prémio basta preencherem as entradas do formulário abaixo até ao dia 30 de setembro de 2015 à meia noite. Atenção, todas as entradas são obrigatórias (exceto as que dizem entrada extra). Este passatempo só é válido para residentes em Portugal. Os vencedores serão apurados via random e contactados por email. Cada pessoa só pode participar uma vez por dia.

 

*Atenção os portes de envio da máquina ficam a cargo do(a) vencedor(a).

 

PS: Não se esqueçam de participar também no passatempo Triunfo.

 

 

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Óculos: Firmoo

Camisa: Romwe

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Review / Passatempo fotos por todo o lado!

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Fotos: Graziela Costa

 

Bem, eu tiro muitas fotos, analógicas, digitais, em máquinas e no telemóvel. Adoro registar todos os momentos, pois não quero que nenhum deles me fuja quando um dia for velhinha. No entanto, a maioria das vezes essas fotos nunca são impressas. Porquê? Porque senão ficava na penúria, ainda assim gosto de imprimir aquelas mais sentimentais e espalhá-las pela casa. Tenho molduras na sala, no quarto, fotos coladas no espelho, mas a maioria das minhas fotos estão mesmo na porta do frigorifico. Um hábito que ganhei devido à influência dos filmes americanos, mas também porque gosto de começar o dia a olhar para aqueles que amo. Antigamente essas fotos eram coladas com bostik (o que estraga as fotos) ou "fixadas" com diversos imans, mas com o calor normalmente ficavam degradadas.

 

No inicio do ano através de uma série de blogues, nomeadamente o Joan Of July descobri a impressão de fotos em imanes e desde então estou viciada (dá para ver pela foto abaixo), pois podemos imprimir as nossas fotos e "fixá-las" em qualquer superfície que atraia imanes. 

 

Recentemente, tive a oportunidade de experimentar o serviço da Sticky9, uma loja online através da qual podemos imprimir diversos tipos de imanes. Eu escolhi os classic magnets (9 fotos, 15cmx15cm) que custam 14,99 dólares (pagamentos via paypal ou cartão de crédito e portes grátis para todo o mundo) e em poucos minutos fiz upload das minhas fotos para o site. Passadas nem duas semanas chegaram a minha casa estas belas fotos e ainda assim confesso que estava com algum receio da qualidade de impressão, mas ficaram impecáveis! Para além disso, traziam uma prova de contacto que eu aproveitei para recortar e colocar na minha carteira, assim "trago" sempre comigo os meus pais, o meu namorado e a Júlia. 

 

Sem dúvida adorei esta experiência e de certeza que vou repetir!

 

E vocês gostavam de experimentar os imanes da Sticky9? Eu aposto que sim, por isso em parceria com esta loja tenho para oferecer a um(a) leitor(a) do Vida de Desempregada, um conjunto de classic magnets para que vocês também possam imprimir as fotos que mais gostam!

 

Para se habilitarem a este prémio, basta preencherem as entradas do formulário abaixo até ao dia 31 de Maio de 2015 à meia noite. Atenção, todas as entradas são obrigatórias. Este passatempo só é válido para residentes em Portugal (só será entregue um prémio por morada). O vencedor será apurado via random e contactado por email. Cada pessoa só pode participar uma vez por dia.

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O frigorifico mais apaixonado de sempre!

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 A prova de contacto já na minha carteira

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Paper Shoot: o efeito surpresa

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Fotos: Graziela Costa

 

Eu amo máquinas fotográficas ou não tivesse eu estudado fotografia. Aliás, quem me conhece sabe que a melhor coisa que me podem oferecer é mesmo uma máquina fotográfica, seja analógica, digital, instantânea, lomo, etc... eu gosto de todas!

 

Há uns meses estava eu no Facebook quando me apareceu um pop up com publicidade às Paper Shoot, claro que fui logo ver o que era. Primeiro vi a página que anunciavam para poder ver que máquinas eram estas, depois fui ao Google e ao YouTube para ler mais e ver vídeos sobre elas. Achei-lhes logo imensa piada, pois são feitas com papel reciclado e têm o mesmo tamanho que um telemóvel (perfeitas para andar na carteira e usar em qualquer ocasião).

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As diversas peças da Paper Shoot.

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A minha Paper Shoot é a Happy Valentine - Birdie Tweets (existem diversas ilustrações e até existe uma máquina totalmente branca para que cada pessoa possa personalizar à sua maneira) e nos últimos meses, todos os dias vai comigo na carteira. Gosto dela pelo seu tamanho, pela sua versatilidade, isto é, adapta-se a qualquer ambiente interior ou exterior (apesar de nas instruções aconselharem a usar só durante o dia para melhores resultados), pelos seus efeitos: a cores, a preto e branco, dias frios e dias quentes e pelo seu mistério porque tal como as lomos tradicionais, não conseguimos ver as fotos na hora, por isso quando as descarrego é sempre uma surpresa.

 

Esta máquina tem 5 megapixels e apesar de parecer pouco surpreendeu-me bastante, porque a primeira vez que a usei foi quando fui a Londres e mesmo à noite portou-se muito bem, aliás podem ver pelas fotos que agora publico. Entretanto, já a levei para espectáculos e mesmo assim safou-se bem, por isso acredito que quem goste de máquinas simples e com efeitos engraçados também irá adorar as Paper Shoot.

 

Uma coisa, segundo sei estas máquinas não são muito fáceis de encontrar em Portugal, mas podem contactar a página da Paper Shoot que eles ajudam. 

 

Já agora, vocês gostam de fotografia? Têm alguma máquina? O que gostam de fotografar?

 

Vá contem-me tudo! 

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Grátis esta semana

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 Fotos: Graziela Costa

 

Os James actuam em Portugal (Guimarães e Lisboa) esta semana e como têm uma relação bastante próxima com o público português. Decidiram brindar-nos com um concerto extra na Estação de São Bento (Porto), o concerto acontece hoje (dia 27 de Novembro) deverá incluir três músicas e durar perto de meia hora. Atenção, a actuação começa às 15h e tem entrada livre.

 

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Para celebrar o terceiro aniversário da consagração do fado como Património Cultural Imaterial da Humanidade, o Museu do Fado, a Time Out e os patrocinadores, Montepio e EDP juntaram-se para apresentar ‘A maior casa de fados do mundo’. Assim, o Mercado da Ribeira transformar-se-á numa grande Casa de Fados, com actuações gratuitas de Camané e David Fonseca no dia 27, já António Zambujo e Virgem Suta tocam dia 28 de Novembro numa homenagem a Max.  Os concertos começam às 21h30.

 

No fim de semana, o Museu do Fado terá também entrada livre e actuações informais dos alunos da Escola de Guitarra do Museu.

 

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Experimenta a aplicação snapprint (faz download grátis através da play store ou apple store) no teu smatphone  e recebe 1 Foto 15x20 GRÁTIS! Promoção válida até 31 de Dezembro 2014, apenas nas lojas Fotosport Colombo e Norteshopping.
 
Eu já imprimi uma foto da Júlia (cadela) e ficou altamente!
 
Descarreguem o vosso cupão aqui.
 

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 A Finish oferece vales de desconto de 2 euros. Basta irem ao site e imprimir. Vejam aqui. Já agora, esta semana existem várias promoções em diversos supermercados nas quais podem utilizar este vale.

  

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Também o site Paramim tem uma série de novos vales prontos a serem impressos. Vejam aqui.

 

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Finalmente, o site Alimenta sorrisos disponibilizou um novo vale. Imprimam a partir de aqui

 

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Dia 30 de Novembro, entre as 15h e as 18h, o Museu do Oriente associa-se ao InShadow – 6th International Festival of Vídeo, Performances and Technology, exibindo o filme Walker, do realizador malaio, Tsai Ming-Lian. No final da última sessão, às 17h30, haverá um espaço informal de diálogo com o público. O debate será articulado pela My Creative Experience, um projecto em desenvolvimento que consiste numa plataforma (blog e app) tendente a aproximar o público das artes performativas, promovendo o trabalho de todos os intervenientes (criadores, artistas emergentes, crítica e espaços de apresentação). A entrada é livre.

 

Podem aproveitar para visitar também a  VII Festa do Livro do Museu do Oriente, que decorre até  14 de dezembro de terça a domingo: 10h00-18h00; Sexta-feira: 10h00-22h00. A entrada é livre.

 

 

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Ainda, o Tryix dispibiliza um vale de desconto para a Imaginarium. Imprimam aqui

 

PS: Não se esqueçam de participar no nosso passatempo onde podem ganhar um livro "Já a Minha Avó Sabia". Participem aqui.

Graziela

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