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Vida de Desempregada

Um blogue de lifestyle para todos os orçamentos!

Parabéns El Bulo - Social Club!

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Fotos: Graziela Costa

 

Marvila está cada vez mais na moda e por lá não param de abrir novos espaços ligados à gastronomia. Um deles foi o "El Bulo - Social Club", um restaurante do chef Chakall (vejam aqui o workshop que fiz com ele), que recentemente completou um ano. Aproveitando essa ocasião e a inauguração do novo palco Schweppes (um palco por onde vão passar músicos com ritmos ligados à cultura latina) fui conhecer este espaço e provar algumas das suas iguarias e cocktails, de entre os quais destaco, o Mojito, provavelmente o melhor que bebi até hoje. 

 

Em relação à comida posso dizer-vos que gostei muito das empanadas de carne (uma entrada que já havia experimentado no "Volver", um restaurante onde a carta também era assinada pelo chef Chakall e cuja review podem ver aqui), o duo de bacalhau (lombo de bacalhau no forno com duo de crosta de ervas aromáticas e azeitonas, servido com puré de grão), a picanha e o nikkei (ceviche de atum servido com soja, sementes de sésamo e cebola roxa). Pequenas "amostras" que me deixaram cheia de vontade voltar a este restaurante para experimentar os restantes pratos, mas para já mostro-vos algumas fotos deste espaço bem alegre, cuja decoração está repleta de elementos que nos levam numa viagem pela América Latina.

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O chef Chakall

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Graziela

Onde vamos jantar esta noite? A Bicicleta

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Fotos: Graziela Costa

 

Lembram-se do passatempo que lancei no mês passado a convidar dois leitores do Vida de Desempregada para jantarem comigo? Pois é, as vencedoras do sorteio foram a Tânia e Daniela e no dia 24 de novembro fomos juntas à inauguração do resturante A Bicicleta.

 

Situado dentro do Novotel, em Lisboa, o restaurante A Bicicleta tem um conceito bastante interessante, pois apresenta-se como uma oficina de petiscos onde podemos descobrir os sabores mais típicos de Lisboa, mas de forma saudável.

 

Como fomos ao Bicicleta no dia da apresentação, o restaurante estava dividido em "estações" nomeadamente: Baixa, Chiado, Bairro Alto, Alfama e Belém e nelas pudemos provar petiscos como uma salada de polvo com uma apresentação gourmet, um preguinho de secretos de porco preto, bacalhau à Zé do Pipo em frasco, gambas marinadas (que estavam ótimas), tapas com conservas portuguesas, etc. Tudo isto num ambiente cool e descontraído, até porque as mesas são corridas e puxam ao convívio. Assim, se procuram um bom local para relaxar depois do trabalho ou para fazer um jantar de amigos A Bicicleta é o local certo. Nós pelo menos divertimos-nos muito!

 

Destaque também para os cocktails de fruta e as sobremesas que misturam técnicas de cozinha de fusão e que nos surpreendem pelo seu aspeto e sabor.

 

A ementa está a cargo do chef Carlos Pedro e até 31 de maio de 2017 quem for almoçar a este restaurante, ao domingo, e levar a sua bicicleta tem um desconto imediato de 20%. 

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Uma boa banda de jazz a acompanhar 

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 Ai estes brigadeiros eram um sonho!

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 Nós :)

Graziela

De visita ao Cachorro à portuguesa

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 Fotos: Graziela Costa

 

A minha amiga Marisa costuma dizer que "o paladar treina-se" e cada vez mais acho que ela tem razão, pois nos últimos dois anos descobri sabores e combinações que se me dessem a provar antes, de certeza que dizia que não. 

 

Com a palavra "reinvenção" na ordem do dia e o facto de todos os dias surgirem novos restaurantes em Lisboa, já estava na altura de eu conhecer um novo conceito de cachorro quente. Assim, fui com uma amiga experimentar o Cachorro à Portuguesa, um restaurante onde os hot-dogs se misturam com a tradicional cozinha portuguesa dando origem a combinações deliciosas.

 

Localizado no Príncipe Real, este restaurante tem uma decoração minimalista fantástica. Aliás, quem gosta de food photography vai ficar encantado com as mesas de mármore e as louças onde são servidos os pratos. No entanto, nós íamos era mesmo para experimentar as "fusões" gastronómicas do chef João Sá, por isso decidimos que íamos provar sempre pratos diferentes.

 

Começando pelas entradas experimentámos o "Da Horta", um misto de vegetais tostados, cujas chips de beterraba foram as melhores que já alguma vez provei. Seguiu-se o croquete de tremoço com um pouco de mostarda que estava mesmo no ponto, difícil era não pedir mais um.

 

Depois, passámos aos cachorros, sendo que, eu escolhi o Cachorro Bitoque e a minha amiga, o Cachorro Mania do Bacon (Frango) e ainda que bastante diferentes, ambas as combinações eram interessantes. No entanto, a salsicha do cachorro Bitoque tornava-se um pouco seca, já que era feita com carne de vaca e nesse sentido, o Mania do Bacon acabou por revelar-se uma escolha mais acertada, até porque o crocante do pão casava bem com a salsicha de frango e o molho barbecue. Para acompanhar foram servidas batatas fritas com maionese de hortelã, ainda que tenhamos experimentado também o creme de queijo e posso dizer-vos que estava ótimo.

 

Por fim, as sobremesas e que sobremesas! Escolhemos a Espuma de Pastel de Nata, onde púdemos encontrar pedacinhos crocantes de massa folhada misturados com o creme do pastel de nata (uma autêntica explosão de sabor), e a Mousse de chocolate caseira, que tinha uma textura bem espessa como eu gosto.

 

No final, fica a vontade de voltar e experimentar mais.

 

Já agora, para quem quiser experimentar este restaurante, o preço por cachorro vai dos 5€ aos 8€ e o espaço está aberto diariamente, de domingo a quinta-feira, das 12 horas à meia-noite. Às sextas e sábados, está aberto das 12 horas às 2 horas. 

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Refresco de tangerina e sumo natural de morango e abacaxi

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Croquete de tremoçoJulho-8733.jpg

Da HortaJulho-8748.jpg

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Espuma de pastel de nata e mousse de chocolate

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Graziela

Hora do lanche

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Fotos: Graziela Costa

 

Fim de semana prolongado significa lanchinhos dos bons e melhor que isso só uma boa companhia para acompanhar, neste caso a minha mãe e a Júlia (cadela). Assim, partilho convosco algumas fotos do nosso último lanchinho, onde tivemos a oportunidade de experimentar o novo Limiano Segredo do Pastor. Um queijo amanteigado de vaca e ovelha, sem côdea, com leite proveniente dos Açores, que fica bem em sandes, a acompanhar com frutos secos, frutos vermelhos ou até simples. Eu cá gosto de derretê-lo, fazer bolinhas e depois comer, mas isso já são gordices. Eheheh

 

E vocês, como gostam de comer o vosso queijo?

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Graziela

De visita ao Italy Caffe

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2004 foi um bom ano para mim, pois foi quando atingi o meu peso ideal, fui pela primeira vez ao Rock In Rio Lisboa e fiz um mini cruzeiro com a minha mãe, a minha prima e os meus padrinhos. Nessa altura tinha apenas 17 anos e nem me preocupava como ia ser o meu futuro, aliás acho que os meus pais também não, pois o negócio corria bem. Hoje em dia quando recordamos essa viagem lembramos-nos dos bons momentos e da fantástica comida italiana, principalmente das pastas.

 

Sendo eu de uma terra pequena, onde só tínhamos um restaurante italiano, aliás uma pizzaria (felizmente, agora já temos um restaurante italiano à séria), o meu conhecimento sobre a gastronomia italiana até vir viver para Lisboa era quase nulo, mas desde então já visitei uns quantos restaurantes. Assim, hoje escrevo-vos sobre o último que visitei, o Italy Caffe. Um restaurante mesmo no centro de Lisboa, mais propriamente no Saldanha, com uma decoração tipicamente italiana, cujas toalhas vermelhas me lembram o Super Mario e os quadros nas paredes me transportam para os filmes do Fellini.

 

Das duas vezes, em que fui ao Italy Caffe encontrei a "casa" quase sempre cheia o que me fez sentir ainda melhor, pois ver os empregados passar com um prato super apetitoso de 5 em 5 minutos até me deu vontade de provar todo o tipo de coisas que eles lá servem, mas não pode ser senão lá se vai a linha.

 

No entanto, quando vamos a um restaurante italiano temos mesmo de nos esquecer que estamos de dieta porque senão não aproveitamos nada, principalmente neste porque tudo é feito a pensar no cliente, por exemplo mal nos sentámos à mesa veio logo um empregado trazer um prosecco a cada um e olhem que era fantástico!

 

Depois, passámos para as entradas: presunto de Parma (que é mais leve e menos salgado que os presuntos portugueses), mozzarella in carozza (lembra-me os cubos de queijo da ilha dos restaurante madeirenses), crostinis, tomate, rúcula, “Burrata” (um mistura de mozarela com natas que é feita no próprio restaurante) e pão de pizza (que basicamente é massa de pizza com azeite, alho e óregãos), todos com com uma apresentação fantástica e um sabor divinal. Da segunda vez que fui a este restaurante provei também Carpaccio di Porcini (cama de rúcula, cogumelos porcini frescos laminados, parmesão em lasca, azeite e crema de vinagre balsâmico), mas as outras entradas, para mim eram mesmo de comer e chorar por mais, a verdade é que só com isso já ficava "almoçada". 

 

Seguidamente fomos para as massas e as escolhas foram: Caserecce Della Nonna, uma massa fresca feita no próprio restaurante, acompanhada por pedacinhos de vitela e perfeitamente envolvida num molho de tomate fresco, que conta também com uma variante com cogumelos porcini; Ravioli de pesto e noci, outra pasta também feita à mão e com um recheio fantástico; Tagliatelle al porcini, massa tagliatelle com cogumelos porcini frescos, parmesão, natas e azeite de trufas, sem dúvida a minha favorita e que de certo vou comer da próxima vez que lá for; Spaghetti con vongole, uma massa cozinhada al dente e com uma apresentação muito atrativa, e finalmente, o ex-líbris da casa, a Pasta Alla Forma, um prato em que a massa al dente é finalizada num enorme queijo mesmo junto às mesas e que só por si já vale a pena uma visita. É que não é todos os dias que um empregado faz uma demonstração de cozinha italiana mesmo à nossa frente. De notar também que este é um prato típico do Norte de Itália e que é servido com cogumelos porcini, presunto de Parma e azeite de trufas brancas, o que se transforma numa combinação bastante forte, por isso se não gostam de sabores muito intensos optem por uma pasta mais simples. 

 

Apesar de não ser muito fã de risottos, da segunda vez que fui ao Italy Caffe estava a decorrer uma semana dedicada ao cogumelo porcini,  por isso acabei por também provar o Risotto Porcini e Burrata (arroz com cogumelos porcini fresco, queijo burrata e azeite de trufas), mas continuo a ser fã número um de pastas.

 

Se depois de comerem um destes fantásticos pratos conseguirem chegar às sobremesas saibam que o melhor ainda está para começar porque cada uma é melhor que a outra. Ora vejam as fotos que vos mostro abaixo e percebam porque é que a Crostatta ai frutti di bosco, a Specialitá dello chef, o Tiramisú, o Semiffredo al torroncino ou os Profiteroles vos vão deixar com água na boca. No entanto, confesso que o meu favorito foi mesmo o Tiramisú, pois vem em taça e é mais cremoso que o típico bolo que nos apresentam na maioria dos restaurantes, ainda assim, tanto a Crostatta ai frutti di bosco, como a Specialitá dello chef estão lá no topo devido ao seu recheio com creme de pasteleiro e frutos do bosque frescos. Destaque também para os profiteroles que ao contrário dos "normais" são recheados com creme de pasteleiro em vez de natas. 

 

Depois disto, só mesmo o ginásio para me salvar, mas acreditem que não me arrependo e não há duas sem três, por isso qualquer dia volto mesmo ao Italy Caffe!

 

PS: Se lá forem experimentem a sangria de frutos do bosque porque é mesmo mesmo boa!

 

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A cozinha é aberta e podem ver o que os chefs estão a fazer.

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Presunto de parma, mozzarella in carozza, crostinis, tomate, rúcula e “Burrata” (mistura de mozarela com natas)

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Pão de pizza

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Carpaccio di Porcini (cama de rúcula, cogumelos porcini fresco laminado, parmesão em lasca, azeite e crema de vinagre balsâmico)

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Sangria de frutos vermelhos

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Pasta Alla Forma

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Caserecce Della Nonna

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Ravioli de pesto e noci

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Spaghetti con vongole

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Risotto Porcini e Burrata (arroz com cogumelos porcini fresco, queijo burrata e azeite de trufas)

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Tagliatelle al Porcini (massa tagliatelle com cogumelos porcini fresco, parmesão, natas e azeite de trufas)

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Crostatta ai frutti di bosco

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Tiramisú

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Specialitá dello chef

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Profiteroles

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Semiffredo al torroncino

Graziela

Kizzy, uma hamburgueria gourmet

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Fotos: Graziela Costa

 

Chamem-me mimada, mas eu adoro ir jantar fora, aliás acho que um dos grandes motivos para eu ter engordado foi mesmo o facto de quando eu e o meu namorado começámos a namorar termos irmos jantar fora tantas vezes. No entanto, no último ano e meio adotámos um novo sistema e vamos experimentar um ou dois restaurantes por mês, até porque o orçamento e a linha não permitem mais. Assim, recentemente fomos experimentar o Kizzy, uma hamburgueria gourmet, em Santos (Lisboa).

 

Este espaço tem pouco mais de um mês e tem uma decoração super agradável, que é marcada por tons brancos e negros. Escolhemos uma sexta feira à noite porque sabe bem sair um pouco depois de uma semana de trabalho para além disso, o espaço estava super calmo. 

 

Mal chegámos fomos logo atendidos e mostraram-nos as diversas opções de entrada, no entanto acabámos por não escolher nenhuma porque queríamos mesmo passar aos hambúrgueres. 

 

Eu escolhi o Cheesy em bolo lêvedo, com queijo Cheddar, cebola caramelizada, rúcula e tomate e ele o Kizzy em bolo lêvedo, com cebola caramelizada e agrião. Gostei do meu prato em geral, mas acho que funciona melhor com pão de brioche, aliás essa até é a sugestão deles, eu é que queria provar o bolo lêvedo, tanto que entretanto voltámos a este restaurante e já pedi essa versão e tenho a dizer-vos que e é muito melhor. Já a carne em si estava muito saborosa e a rúcula ajudava a tornar o prato mais leve. Provei também um pouco do Kizzy que o meu namorado escolheu e também gostei bastante, até porque a cebola caramelizada estava fantástica. Ah, todos os hambúrgueres do Kizzy são servidos com batata frita com paprika (nunca tinha visto, mas fiquei fã!) e dijonnaise (é um pouco ácida, mas com moderação até se torna agradável) e acho que essa bem pode vir a ser uma das imagens de marca deste restaurante.

 

Para a sobremesa escolhi mousse de chocolate (tem um sabor bastante intenso e um toque de azeite e sal, confesso que sou um pouco tradicional no que toca à mousse, mas é uma questão de gosto mesmo) e ele sopa de morango com gelado nannarella baunilha (simples e docinha tal como eu gosto), mas depois trocámos porque tanto um como o outro gostámos mais da sobremesa que o outro havia escolhido. 

 

No final, saímos satisfeitos e prometemos voltar (e voltámos mesmo eheheh).

 

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Cheesy em bolo lêvedo, com queijo Cheddar, cebola caramelizada, rúcula e tomate (o meu)

 

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Kizzy em bolo lêvedo, com cebola caramelizada e agrião (o dele)

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Mousse de chocolate

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 Sopa de morango com gelado nannarella baunilha

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Graziela

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