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Vida de Desempregada

Um blogue de lifestyle para todos os orçamentos!

Música às sextas: Ryan Adams - Prisoner

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Sempre se ouviu dizer que os grandes desgostos de amor dão origem a grandes músicas e o Ryan Adams não fugiu a essa regra, pois "Prisoner" o seu último álbum reflete totalmente o final do seu casamento com Mandy Moore (aquela cantora/atriz muito popular na década de 2000).

 

Ryan Adams nem sempre foi um cantor do qual gostei, mas depois de ter visto o seu concerto na Aula Magna, em 2011 percebi o porquê de tanta gente gostar da sua música. Poeta da velha guarda com uma alma roqueira, Ryan encarna neste disco um "charmoso" cantautor, prova disso são músicas como "Do You Still Love", o primeiro single deste álbum,  "Doomsday" com uma harmónica a dar o ar da sua graça ou "To Be Without You", uma música bem country.

 

A contrastar temos "Anything I Say To You Now", uma música mais indie na onda dos The War On Drugs (que se fizessem um dueto era mesmo incrível!) e a melancólica "Broken Anyway".

 

Por fim, e a fechar o álbum em grande temos "We Disappear", uma música perfeita para ouvir no carro como banda sonora de uma road trip.

 

PS: Se ainda não conhecem este músico recomendo-vos estas três músicas e o concerto dele no Nos Alive. ;) 

"Do You Still Love Me"

 

"Doomsday"

 

"To Be Without You"

Graziela

La La Land

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O dia dos namorados está quase a chegar, por isso hoje escrevo-vos sobre um filme bem romântico: o "La La Land". Um filme que anda nas "bocas do mundo" e que está nomeado para 14 Oscars. Eu andava há meses ansiosa para o ver e graça a uns amigos pude vê-lo na ante-estreia oficial.

 

Romântico, colorido, com músicas bem orelhudas, um Ryan Gosling charmoso que baste e uma divertida Emma Stone, "La La Land" é um daqueles filmes que tem tudo para funcionar bem, principalmente na véspera do dia dos namorados.

 

A história anda à volta de dois jovens aspirantes a músico (Sebastian) e atriz (Mia) respetivamente, que lutam por um lugar ao sol na cidade de todos os sonhos: Los Angeles. Ela passa a vida de audição em audição e ele vai tocando músicas que não gosta até que um dia se encontram e a música dá o clique que faltava para as suas vidas mudarem. Pelo meio vão descobrir os dotes vocais de Ryan Gosling (que já havia cantado em "Blue Valentine") e Emma Stone, um sapateado bem giro e músicas que não vos vão sair da cabeça. Tanto que, eu já tenho o CD da banda sonora composta por Justin Hurwitz. De lá destaco "Another Day Of Sun" (a música de abertura do filme), "Mia and Sebastian's Theme" (uma daquelas músicas para dançar bem agarradinho), "City Os Stars" (com um Ryan Gosling do mais encantador possível e que ainda fica mais gira quando cantada em dueto com Emma Stone), "Audition (The Fools Who Dream)" e a "Star A Fire", do John Legend. Uma música gira, mas que sai um bocado "fora" do contexto geral desta banda sonora. No entanto, se forem ver o filme vão perceber o seu porquê.

 

Agora, deixo-vos algumas músicas e claro, o trailler de "La La Land".


 

City Of Stars

 

 Start A Fire

 

 Audition (The Fools Who Dream)

 

Mia and Sebastian's Theme

 

O trailler do filme

Graziela

Música às sextas: Rolling Stones - Blue & Lonesome

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Gravado em apenas 3 dias, "Blue & Lonesome" é o primeiro álbum dos Rolling Stones, em 10 anos. No entanto, não é um álbum de originais, mas sim de covers de músicas "blues", que de alguma forma influenciaram a banda.

 

Em "Blue & Lonesome" podemos encontrar clássicos como Just Your Fool", de Buddy Johnson, "Commit a Crime", de Howlin' Wolf, "All of Your Love", de Magic Sam, entre outros. Pessoalmente, acho o disco interessante, mas prefiro os Stones no seu registo rock habitual. A verdade é que se uma fórmula funciona para quê alterá-la?

 

Ainda assim, uma nota positiva, pela forma como mais uma vez se reinventaram e para o facto de terem chamado Eric Clapton para colaborar em dois temas. Quanto às músicas que mais gostei em "Blue & Lonesome" foram mesmo: "Just Your Fool" (porque adoro a parte da harmónica), "Blue & Lonesome" (que dá nome ao disco), "Ride 'Em Down" (que tem uma bela "guitarrada") e "Hate To See You Go".

 

Por fim, deixo-vos os dois primeiros singles deste novo álbum. 

"Ride 'Em Down"

 

"Hate To See You Go"

Graziela

Fomos ouvir fado ao restaurante Coração da Sé

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Fotos: Graziela Costa captadas com a Canon 6D

 

Para muitos Lisboetas ir a uma Casa de Fados é uma coisa sem interesse, mas para quem é de fora desperta bastante curiosidade. No meu caso, há muitos anos que queria ir a uma, mas nunca tinha companhia e aproveitando o facto de uma amiga do Porto se ter mudado para cá desafiei-a para irmos jantar com um voucher Odisseias.

 

Dei uma vista de olhos pelo site da Odisseias e pelo Zomato, e o restaurante Coração da Sé foi o que me despertou mais interesse. Voucher marcado e lá fomos nós e a surpresa não podia ter sido maior, pois quando lá chegámos, o nosso "cicerone" (que também era fadista) disse-nos que a primeira fadista ia ser a Maria Armanda. Não podíamos ter ficado mais felizes porque para além de muito conhecida, ela deu um belo espetáculo. Depois veio a comidinha e eu escolhi Lombinhos recheados com azeitonas e a Daniela, Bife de novilho à portuguesa com molho de mostarda acompanhado com batata frita (super estaladiças, nhami!). Ambos super apetitosos! Para acompanhar pedimos uma sangria branca que íamos bebericando enquanto ouvíamos o senhor Fernando e a Graça Maria, os outros fadistas "residentes".

 

Para o fim, mousse de chocolate e leite creme, duas sobremesas que caiem sempre bem, principalmente depois de uma noite bem divertida.

 

*Nota: as fotografas estão escuras porque o fado lá é ouvido à luz das velas, por isso ainda que tenha colocado um ISO muito alto era impossível conseguir melhores resultados.

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 Pão e azeitonas

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Lombinhos recheados com azeitonas

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Sangria BrancaCoracao_da_Se-7229.jpg

Bife de novilho à portuguesa com molho de mostarda acompanhado com batata fritaCoracao_da_Se-7236.jpg

Leite creme e mousse

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A fadista Maria ArmandaCoracao_da_Se-7215.jpg

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A fadista Graça MariaCoracao_da_Se-7244.jpg

Eu e o fadista Fernando Rodrigues (não liguem à minha cara de tótó)Coracao_da_Se-7247.jpg

Nós e a fadista Graça Maria

Graziela

Memórias fotográficas

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 Foto: Graziela Costa

 

Se há coisa que eu prezo são as minhas memórias fotográficas e mesmo já tendo quatro disco externos (eu sei que é um exagero, mas quando se trabalha em fotografia até é pouco) gosto sempre de imprimir as minhas fotografias. Primeiro porque se alguma coisa correr mal e já aconteceu um dos meus disco apagar-se, tenho sempre o suporte em papel e segundo porque às vezes gosto de as oferecer.

 

Recentemente, descobri uma app chamada Square Snaps que permite imprimir as nossas fotografias no formato Polaroid ou em quadrado estilo Instagram (variam ainda as dimensões e se queremos que sejam ímans). Depois é só escolher se queremos a moldura branca tradicional ou cores e padrões à escolha. Para experimentar esta app eu escolhi o formato Polaroid, papel tradicional (é mais rijo e brilhante que os cartões de empresa), mas depois decidi experimentar várias cores e o resultado final ficou bem giro. Agora só me falta arranjar um espaço na minha casa para fazer um mural ou uma corrente de fotografias (ideias não faltam no Pinterest).

 

Em relação aos preços, a opção mais barata começa nos 5 dólares, com o número mínimo de 24 fotografias impressas. No entanto, quase todas as semanas eles fazem promoções com oferta de mais fotografias pelo mesmo preço. Chato é termos de pagar 3,67 dólares pelos portes, mas se tiverem amigos a morar no Reino Unido podem sempre pedir para enviar para casa deles, eu costumo fazer assim.

Graziela

Música às sextas: Metallica - Hardwired... To Self-Destruct

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E para o último "Música às sextas" de 2016 trago-vos a review do novo álbum dos Metallica "Hardwired... To Self-Destruct", mas antes deixem-me contextualizar a minha "relação" com a banda. Ora, os Metallica são uma daquelas bandas intemporais e que toda a gente conhece. No meu caso, conheci-os através dos meus primos que são 6 anos mais velhos que eu e vi-os pela primeira vez em 2004, quando fui ao Rock In Rio Lisboa. 

 

Ainda que não seja uma banda que ouço regularmente, de vez em quando gosto de uma boa dose Heavy Metal e os Metallica graças aos seus ritmos rápidos e crus dão-me isso. Em "Hardwired... To Self-Destruct", eles voltam à sua formula chave e claro, funciona! Principalmente, em músicas como "Hardwired", "Atlas, Rise!" e "Moth Into Flame". Depois temos canções que começam de forma suave e libertam bastante violência como é o caso de "ManUNKind" ou "Here Comes Revenge". Destaque ainda "Spit Out The Bone", que fecha o disco com uns Metallica à antiga. Ou seja, "Hardwired... To Self-Destruct" é um daqueles discos a não passar ao lado em 2016/2017, até porque quase de certeza que a banda americana passará por Portugal para apresentar este novo disco.

 

Agora, deixo-vos os videoclips que os Metallica fizeram para este álbum. \m/

Hardwired

 

Moth Into Flame

 

Atlas, Rise!

 

Dream no More

 

Confusion

 

 ManUnkind

 

Now That We're Dead

 

Here Comes Revenge

 

 Am I Savage?

 

 Halo On Fire

 

 Murder One

 

 Spit Out The Bone

 

 Lords Of Summer

Graziela

Música às sextas: Lady Gaga - Joanne

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Considerada um camaleão da música, Lady Gaga é provavelmente uma das artistas mais inteligentes da sua geração, pois de álbum para álbum consegue sempre reinventar-se. Tanto que, desta vez se uniu a alguns dos mais importantes nomes da cena musical atual, exemplo disso são as colaborações com Kevin Parker (Tame Impala), Josh Homme (Queens Of The Stone Age), Florence Welch (Florence and The Machine), Beck, Josh Tillman (Father John Misty) e Mark Ronson (produtor do aclamado "Back To Black, de Amy Winehouse).

 

"Joanne", o sexto disco da cantora, é um álbum mais despido de "elétrónica" que os seus antecessores, mas igualmente interessante e em grande parte deve-se às letras escritas pelos nomes que já havia citado no parágrafo anterior. Carregado de "hinos", destaco "Diamond Heart" que reflete a realidade americana, a divertida "A-Yo", a dançável "John Wayne", "Dancin' In Circles", que podia ser uma música da Gwen Stefani, "Perfect Illusion" que recorda os primeiros álbuns de Gaga e "Hey Girl", um autêntico hino ao girl power, em Gaga e Florence "casam vozes na perfeição".

 

Em suma, gostei bastei bastante deste álbum e espero que seja em 2017 que vejo um concerto da Lady Gaga pela primeira vez.

 

Agora, deixo-vos algumas músicas deste "Joanne". ;) 

Perfect Illusion

 

 Million Reasons

 

 A-Yo

Graziela

Música às sextas: Rita Redshoes - Her

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A par da Lúcia Moniz e da Márcia, a Rita Redshoes é uma das minhas cantoras portuguesas favoritas, tanto que já lhe dediquei um post no "Música às Sextas" e até escrevi uma review do seu livro "Sonhos de uma rapariga quase normal", por isso não podia deixar de escrever sobre o seu novo disco.

 

Produzido por Victor Van Vugt (associado a nomes como Nick Cave, PJ Harvey ou Depeche Mode), "Her" foi gravado em Berlim e marca o regresso de Rita aos discos. "Her" é um álbum conciso, mas ainda assim arriscado, pois pela primeira vez, ela canta algumas músicas em português. No entanto, não me causou estranheza, pois já a tinha ouvido cantar em português em duetos com outros artistas. 

 

Em relação às músicas em si, posso dizer-vos que adorei "Bird Hunter" a faixa que abre o disco, "Take Me To The Moon", uma daquelas músicas para dançar bem agarradinho, "Life Is Huge", cujo vídeo foi realizado por Marco Martins e o qual podem ver no final do post, "Mulher" porque é uma música forte e "Hell, I'm In Love With You", que denota claras influências de PJ Harvey (uma das nossas cantoras favoritas, sei que a Rita também é fã). Destaque também para "Seahorse" que fecha o disco na perfeição e me lembrou Beach House nos tempos do álbum "Devotion".

 

Agora, só me falta mesmo ver um concerto da Rita Redshoes.

 

PS: Este disco também é uma bela prenda de Natal. ;)

 

"Life Is Huge"

Graziela

O MUVI começa hoje e eu vou lá estar

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O MUVI (Festival Internacional de Música no Cinema) regressa hoje ao Cinema São Jorge (Lisboa) e eu vou lá estar com uma exposição e na qualidade de júri (é a segunda vez, a primeira foi no Cine'Eco e estou super orgulhosa). Pautado por uma programação bem eclética, a terceira edição deste festival conta com homenagens a David Bowie, Lemmy Kilmister (Motörhead), Heróis do Mar, entre outros. Pelo meio temos também filmes portugueses como "Enterrado na Loucura - Punk em Portugal 82-88", de Hugo Conim e Miguel Newton, “Benjamim: Auto Rádio”, de Gonçalo Pôla, "The Parkinsons: A long way to nowhere", de Caroline Richards ou "Filho da mãe: Rendufe“, de Miguel Filgueiras. Destaque ainda para, "Hired Gun", de Fran Strine, "I Am The Blues", de Daniel Cross, "Melody of Noise", de Gitta Gsell, ou "Filhos de Bach", de Ansgar Ahlers.

 

Da programação paralela fazem também parte: concertos de Patrulha do Purgatório, Malaise, Montalvor, Bichos, Viper, Vircator, Urso Bardo e Charlie Mancini - filme concerto "Mar de Sines”, de Diogo Vilhena e exposições como "With the Absolute Heart of the Poem of Life", de MAR (Margarida Rodrigues), "Cinema Português em Vinil", de João Carlos Callixto, duas exposições de arte urbana com a curadoria GAU, de Hugo Lucas e Nicolae Negura , e claro, a minha "The Road" (mais informações no final deste post). 

 

O MUVI acontece de 29 de novembro a 5 de dezembro no Cinema São Jorge e os bilhetes custam entre 3,50€ e 4€ (os concertos são pagos à parte). No entanto, as exposições e algumas sessões são grátis.  Para consultarem a programação completa e saberem o que vão pode ser ver neste festival basta entrarem no site do MUVI.

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 Foto: Mário Pires

 

Sobre a minha exposição de Polaroids "The Road" posso dizer-vos que é um resumo do que ando a fazer desde 2009, mas o melhor é mesmo lerem esta sinopse.  

 

À medida que vamos crescendo existem pessoas que vão influenciando a nossa forma de ser, os nossos gostos e os nossos trabalhos. Primeiro a família, depois os amigos e posteriormente os nossos ídolos. Uma das minhas primeiras memórias é ouvir Stevie Wonder com três anos, mas só aos dez no auge do movimento Pop dos anos 90 e com o fenómeno das Spice Girls descobri a Polaroid.

 

Em 2006 consegui a minha primeira câmara, altura em que comecei a ligar-me ao mundo do espetáculo, mas só em 2009 quando fiz a minha primeira entrevista com o David Fonseca decidi fazer o meu primeiro retrato em Polaroid.

 

A série “The Road” apresenta então: retratos de músicos e bandas que de alguma forma me moldaram e definiram a minha identidade musical. São retratos que não tentam representar o belo mas sim, a imagem dos músicos em momentos de lazer, antes e após os concertos.

Graziela

10 bandas a não perder no Vodafone Mexefest 2016

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O Vodafone Mexefest 2016 começa já na próxima sexta-feira e mais uma vez eu vou lá estar a fotografar para o Festivais de Verão. Como sabem eu faço sempre uma lista das 10 bandas/artistas a não perder nos festivais a que assisto, e claro que não podia deixar de parte o Mexefest. Até porque este festival é único no país, pois decorre em várias salas e é sempre uma boa oportunidade para conhecer novos artistas.

 

Este ano estou super curiosa para ver os TaxiWars, pois é o novo projeto do Tom Barman dos dEUS, o Gallant, que tem uma voz incrível, The Invisible, que misturam eletrónica com jazz, NAO e até alguns nomes mais ligados ao hip hop. Nesse sentido, partilho convosco uma música dos tais 10 artistas a não perder neste festival.

 

Ah deixo-vos também códigos para táxis/transportes grátis para poderem ver o festival sem estarem dependentes dos horários do metro e dos autocarros:

 

Mytaxi (táxis normais, mas não têm de ficar na fila à espera)

Download: Android ou IOS

Código de 15€: graziela.cos

 

UBER (carros de luxo, com tarifa dinâmica)

Download: Android ou IOS

Código de 5€: ubergrazielac1

 

Cabify (semelhante ao UBER, mas tem tarifa fixa)

Download: Android ou IOS 

Código de 16€: grazielac1

 

TaxiWars

 

Jagwar Ma

 

Howe Gelb

 

 Gallant

 

Baio

 

Kevin Morby

 

The Invisible

 

NAO

 

Talib Kweli

 

 Branko

Graziela

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