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Vida de Desempregada

Um blogue de lifestyle para todos os orçamentos!

Memórias fotográficas

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 Foto: Graziela Costa

 

Se há coisa que eu prezo são as minhas memórias fotográficas e mesmo já tendo quatro disco externos (eu sei que é um exagero, mas quando se trabalha em fotografia até é pouco) gosto sempre de imprimir as minhas fotografias. Primeiro porque se alguma coisa correr mal e já aconteceu um dos meus disco apagar-se, tenho sempre o suporte em papel e segundo porque às vezes gosto de as oferecer.

 

Recentemente, descobri uma app chamada Square Snaps que permite imprimir as nossas fotografias no formato Polaroid ou em quadrado estilo Instagram (variam ainda as dimensões e se queremos que sejam ímans). Depois é só escolher se queremos a moldura branca tradicional ou cores e padrões à escolha. Para experimentar esta app eu escolhi o formato Polaroid, papel tradicional (é mais rijo e brilhante que os cartões de empresa), mas depois decidi experimentar várias cores e o resultado final ficou bem giro. Agora só me falta arranjar um espaço na minha casa para fazer um mural ou uma corrente de fotografias (ideias não faltam no Pinterest).

 

Em relação aos preços, a opção mais barata começa nos 5 dólares, com o número mínimo de 24 fotografias impressas. No entanto, quase todas as semanas eles fazem promoções com oferta de mais fotografias pelo mesmo preço. Chato é termos de pagar 3,67 dólares pelos portes, mas se tiverem amigos a morar no Reino Unido podem sempre pedir para enviar para casa deles, eu costumo fazer assim.

Graziela

O MUVI começa hoje e eu vou lá estar

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O MUVI (Festival Internacional de Música no Cinema) regressa hoje ao Cinema São Jorge (Lisboa) e eu vou lá estar com uma exposição e na qualidade de júri (é a segunda vez, a primeira foi no Cine'Eco e estou super orgulhosa). Pautado por uma programação bem eclética, a terceira edição deste festival conta com homenagens a David Bowie, Lemmy Kilmister (Motörhead), Heróis do Mar, entre outros. Pelo meio temos também filmes portugueses como "Enterrado na Loucura - Punk em Portugal 82-88", de Hugo Conim e Miguel Newton, “Benjamim: Auto Rádio”, de Gonçalo Pôla, "The Parkinsons: A long way to nowhere", de Caroline Richards ou "Filho da mãe: Rendufe“, de Miguel Filgueiras. Destaque ainda para, "Hired Gun", de Fran Strine, "I Am The Blues", de Daniel Cross, "Melody of Noise", de Gitta Gsell, ou "Filhos de Bach", de Ansgar Ahlers.

 

Da programação paralela fazem também parte: concertos de Patrulha do Purgatório, Malaise, Montalvor, Bichos, Viper, Vircator, Urso Bardo e Charlie Mancini - filme concerto "Mar de Sines”, de Diogo Vilhena e exposições como "With the Absolute Heart of the Poem of Life", de MAR (Margarida Rodrigues), "Cinema Português em Vinil", de João Carlos Callixto, duas exposições de arte urbana com a curadoria GAU, de Hugo Lucas e Nicolae Negura , e claro, a minha "The Road" (mais informações no final deste post). 

 

O MUVI acontece de 29 de novembro a 5 de dezembro no Cinema São Jorge e os bilhetes custam entre 3,50€ e 4€ (os concertos são pagos à parte). No entanto, as exposições e algumas sessões são grátis.  Para consultarem a programação completa e saberem o que vão pode ser ver neste festival basta entrarem no site do MUVI.

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 Foto: Mário Pires

 

Sobre a minha exposição de Polaroids "The Road" posso dizer-vos que é um resumo do que ando a fazer desde 2009, mas o melhor é mesmo lerem esta sinopse.  

 

À medida que vamos crescendo existem pessoas que vão influenciando a nossa forma de ser, os nossos gostos e os nossos trabalhos. Primeiro a família, depois os amigos e posteriormente os nossos ídolos. Uma das minhas primeiras memórias é ouvir Stevie Wonder com três anos, mas só aos dez no auge do movimento Pop dos anos 90 e com o fenómeno das Spice Girls descobri a Polaroid.

 

Em 2006 consegui a minha primeira câmara, altura em que comecei a ligar-me ao mundo do espetáculo, mas só em 2009 quando fiz a minha primeira entrevista com o David Fonseca decidi fazer o meu primeiro retrato em Polaroid.

 

A série “The Road” apresenta então: retratos de músicos e bandas que de alguma forma me moldaram e definiram a minha identidade musical. São retratos que não tentam representar o belo mas sim, a imagem dos músicos em momentos de lazer, antes e após os concertos.

Graziela

Polaroids que duram uma vida

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Fotos: Graziela Costa 

 

Adoro tirar fotografias e é uma das coisas que me dá mais prazer na vida. Amo aquela adrenalina de sentir o disparo da máquina e guardar um momento para sempre. Aliás, quando era pequena já achava piada a máquinas fotográficas e de tanto brincar com a Kodak da minha mãe acabei por estragá-la. Entretanto, os anos foram passando e eu tive algumas máquinas de plástico, mas nada de grande qualidade, nem que me permitissem fotografar com flash ou controlar fosse o que fosse. Para além disso, tinha aquele típico problema: não ter dinheiro para revelar os rolos, mas quando um dia fui à festa de anos de uma colega de escola, ela mostrou-me a Polaroid que havia recebido de presente e eu fiquei fascinada, pois era mesmo aquilo mesmo que eu precisava, não que aos dez anos tivesse grande noção disso eheheh, isto é, uma máquina que "revelasse" logo as fotografias e que tivesse flash para eu poder tirar fotos à noite. 

 

Nesse dia, quando regressei a casa não conseguia deixar de pensar naquela máquina. E claro tratei logo de "chagar" a cabeça aos meus pais para me oferecerem uma, até porque tinha reparado que eles tinham duas Polaroids à venda na sua loja. No entanto, não obtive uma resposta positiva, pois a máquina custava catorze contos. Ainda assim, eu sou de ideias fixas e durante oito anos pedi aquela máquina, sim porque uma vendeu-se, mas a outra ficou por lá.

 

No dia em que entrei para a faculdade aproveitei para "mandar o barro à parede" e pedir mais uma vez a máquina. Finalmente a resposta foi sim e se vissem a minha cara... acho que só fiquei mais feliz quando me disseram que ia ter um cão! Claro que, alguma coisa tinha de estragar a minha felicidade e meses depois a Polaroid anunciou o fim do fabrico das suas recargas. E agora o que é que eu ia fazer? Não era justo!

 

Bem, tal como a maioria dos proprietários destas máquinas comecei a procurar recargas em todas as lojas e ainda fui conseguindo algumas, mas atualmente só as encontro na internet ou compro as Impossible e dessas eu não gosto tanto até porque são mais caras e as cores não ficam iguais. Aliás, as cores das Fujifilm são muito melhores tanto que, agora fotografo muito mais com a minha Intax Mini 8, só que o formato não é mesmo e para certos projetos ainda continuo a preferir o quadrado da Polaroid. O que me levou a procurar alternativas digitais e recentemente descobri que a Sticky 9, uma plataforma da qual já vos falei aqui antes, que tem uma alternativa parecida, as Retro Prints. Um formato que me permite transformar fotografias digitais em perfeitas réplicas das tradicionais Polaroids e como podem ver pela fotografia abaixo, as diferenças mal se notam, aliás estas até têm uma vantagem: podem ser expostas ao sol, isto porque se tiverem uma Polaroid original num local que apanhe luz solar vão ver que ela vai perdendo a cor. Logo, para grandes males grandes remédios e agora, as minhas Polaroids vão durar uma vida!

 

Já agora, se quiserem ver o meu projeto em Polaroid, cujo mote são as bandas e músicos que eu admiro e que vou encontrando quando vou fotografar concertos e festivais podem faze-lo aqui.

 

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Graziela

Passatempo Fujifilm Instax Mini 8 / Vida de Desempregada

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Fotos: João Pontes e Graziela Costa

 

Como sou sabem sou doida pela minha Instax Mini 8 e uso-a em todos os momentos, ainda que muitas vezes não os partilhe com o mundo porque são mesmo memórias privadas. De qualquer forma, não há nada que me deixe mais em pulgas do que que captar um momento único (se não não tinha estudado fotografia), mas este sistema de esperar que a foto "apareça" ainda me dá mais gozo porque é mesmo uma surpresa e eu ADORO surpresas. Vocês também, não é verdade?

 

Confesso que deste que recebi a minha Instax, em 2014 que também queria muito oferecer-vos uma, para que vocês se divirtam com os vossos amigos e família. Assim, com a ajuda da Fujifilm Instax PT finalmente tenho esta Instax Mini 8 Preta (a que está na foto) para oferecer a um(a) leitor(a) do Vida de Desempregada.

 

Para se habilitarem a este prémio basta preencherem as entradas do formulário abaixo até ao dia 30 de setembro de 2015 à meia noite. Atenção, todas as entradas são obrigatórias (exceto as que dizem entrada extra). Este passatempo só é válido para residentes em Portugal. Os vencedores serão apurados via random e contactados por email. Cada pessoa só pode participar uma vez por dia.

 

*Atenção os portes de envio da máquina ficam a cargo do(a) vencedor(a).

 

PS: Não se esqueçam de participar também no passatempo Triunfo.

 

 

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Óculos: Firmoo

Camisa: Romwe

Graziela

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