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Vida de Desempregada

Um blogue de lifestyle para todos os orçamentos!

Voluntariado Jovem FINAL DA CHAMPIONS LEAGUE - Lisboa

 

 



No dia 22 de Maio, quinta-feira, o Estádio do Restelo recebe a final da UEFA Women's Champions League e no sábado, de 24 de Maio, no Estádio do Sport Lisboa e Benfica decorre a final da UEFA Champions League.

 

O Instituto Português do Desporto e Juventude em colaboração com UEFA e a Federação Portuguesa de Futebol estão a promover mais uma acção de voluntariado.

Por isso, se queres pôr as mãos num destes acontecimentos desportivos, sabe mais e inscreve-te em: http://juventude.gov.pt/Eventos/VoluntariadoJovem/Paginas/Champions-League-VoluntariadoJovem-AgoraNos.aspx

 

Inscrições até 31 de Março! 

 

*Atenção, os voluntários tem direito a:

  • Formação;
  • Certificado de participação;
  • Seguro;
  • Alimentação e
  • Ressarcimento para despesas de transportes, até 10 €.
Graziela

Serviço Voluntário Europeu: testemunho

Já por diversas vários leitores(as) me falaram sobre o Serviço Voluntário Europeu (SVE), mas como nunca participei (apesar de me ter candidatado várias vezes), era-me difícil dizer como é que funcionam as coisas, como é a experiência, etc. Assim, lembrei-me de duas amigas que já fizeram SVE, e decidi convidá-las a escreverem sobre as suas experiências. Neste caso, deixo-vos apenas o testemunho de uma delas, a Clarissa, pois a outra ainda se encontra em SVE e não tem sido fácil contactar com ela.

 

Eu e a Graziela somos amigas desde que nos conhecemos na Universidade de Aveiro, onde estudámos há já alguns anos. Desde então sempre nos mantivemos em contacto, umas vezes mais contínuo, outras mais esporádico. E foi assim que surgiu este convite para vos falar um pouco da minha experiência SVE de 9 meses (Fevereiro – Novembro 2013) na Letónia. Convite esse que desde já agradeço.

 

Começo por vos dizer que todas as pessoas que participam no Serviço de Voluntariado Europeu recebem o chamado dinheiro para a alimentação e de bolso, o alojamento e a viagem de ida e volta também estão incluídos (na minha altura pagava-se 10% da viagem mas há excepções), para além do curso do idioma do país de destino. O que as pessoas recebem dá para viverem, se souberem gerir bem o dinheiro claro.

 

No meu caso não houve uma razão específica para eu ir de SVE, simplesmente aconteceu, foi algo que não planeei, um mero fruto do acaso portanto. Lembro-me de ter sentido um grande alívio depois de ter entregue a dissertação em Janeiro do ano passado, e ao mesmo tempo uma urgência em mudar a minha vida, fosse de que forma fosse.

 

 On-arrival training em Puduri, Letónia

 

Um dia em conversa com uma amiga que fez SVE na Roménia, ela disse-me que seria uma boa ideia eu ir também. Li um pouco sobre o programa e vi na Internet algumas vagas a que me candidatei, desde que o(s) projecto(s) me interessassem minimamente. Também enviei currículos para diversas vagas, a nível nacional e internacional. Decidi então que a primeira resposta positiva que recebesse, fosse ela para que país fosse e durante o tempo que fosse, eu iria sem olhar para trás. E assim foi. Estava em diversos processos de recrutamento em simultâneo, mas assim que me seleccionaram para a Letónia, lá fui eu. Encontrei esta vaga no blog da minha organização de envio: a Spin. Normalmente algumas organizações de envio publicam as “vagas abertas” nos seus blogs, como a Rota Jovem e a Experimentáculo. Depois de receber as candidaturas a Spin enviou-as para a organização de acolhimento que me seleccionou. Como vivo em Ovar e a Spin está em Lisboa, toda a preparação para o meu SVE foi feita pelo Skype e por email. Ambas as organizações (envio e acolhimento) me esclareceram as dúvidas, por isso correu tudo bem.

 

Abertura da mostra no museu do Novo Castelo de Aluksne

 

Lá no país letão estive a viver numa vila paradisíaca aka Aluksne, na qual o meu local de trabalho era o Centro de Jovens. Inspirada por tudo o que me rodeava fiz uma mostra no museu com os projectos colaborativos, que desenvolvi com a população local, dei aulas de inglês e português, gravei e editei vídeos, entre outras coisas que podem espreitar aqui. Dependendo dos projectos e/ou organizações, há algumas situações (como a minha) em que é possível ir além da proposta inicial e/ou transformá-la. Escusado será dizer que isso é óptimo! Em linhas gerais passei a dar mais importância às pequenas coisas da vida, e assimilei uma cultura e idioma sui generis. Ainda que fruto do acaso, foi uma experiência que recomendo vivamente a todos os que ainda podem participar (entre os 18 e os 30). Agora o programa alterou-se um pouco, faz parte do erasmus +

 

P.S. Entretanto fui escrevendo alguns posts para a Spin sobre a minha aventura: o da chegada, o do meio, e o da partida.

 

 

 "How does Aluksne sound?"

 

*Obrigada Clarissa por teres aceite este desafio. 

Graziela

Aqui vai um trabalhinho para os mais jovens

Já disse aqui antes, que já por diversas vezes fiz voluntariado através do IPJ. Participei nestas actividades principalmente antes de ter idade para trabalhar, pois é uma forma de fazer amigos e ainda ganhamos uns trocos, uma vez que nos pagam ajudas de custo. Assim, para os mais jovens e residentes no Algarve, deixo-vos esta proposta:

 

[Voluntariado Jovem ] - "AGORA NÓS" |Algarve CUP - torneio de futebol feminino 
Tens entre 16 e 30 anos e disponibilidade e gostas de futebol? Inscreve-te! 

A Federação Portuguesa de Futebol, em colaboração com o IPDJ, I.P., vai promover uma acção de voluntariado (acção de curta duração), no âmbito do Algarve CUP 2014.

A atividade decorre de 28 de fevereiro a 12 de março em vários estádios do Algarve. 

O Algarve Cup é um torneio para as equipas nacionais de futebol feminino, promovido pela FPF.

Realizado anualmente na região do Algarve, desde 1994, é um dos eventos de futebol feminino de maior prestígio em Portugal.

Sabe tudo em:http://gov.pt/Eventos/VoluntariadoJovem/Paginas/AlgarveCUP-voluntariado-Jovem.aspx
Graziela

Para menores de 18

 

Tenho recebido várias mensagens de jovens, que têm menos de 18 anos, mas que querem ajudar os pais financeiramente.

 

No entanto, entre os 16 e 18 anos é muito difícil encontrar alguma coisa, aliás eu própria não consegui nada na altura, mas comecei como voluntária no programa "Jovens para as Florestas". 

 

Lembro-me que recebia 10 euros por dia (ajudas de alimentação e transporte) e no final acho que recebi cerca de 150 euros por quinze dias. Na altura não o fiz pelo dinheiro, mas sim pelo divertimento, pois lembro-me das tardes que passeávamos pelas florestas e dos intervalos a jogar UNO.

 

Actualmente, será talvez a melhor opção para quem quer ajudar os pais, pois existem diversos programas assim.

 

Podem consultar as ofertas de Voluntariado no Portal da Juventude.

 

Já agora, temos três passatempos a decorrer no blog. Concorram aqui.

Graziela

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